Torneiras em São Paulo já começam a jorrar água suja

aguasuja

Um morador do bairro Penha de França, na zona leste de São Paulo, espantou-se ao ver sair da torneira de sua casa água de cor amarelada e bastante escura. Marcos Alquatri coletou uma amostra do líquido no último domingo e afirmou que esta foi a segunda vez, em cerca de 15 dias, que passou por tal situação.

De acordo com Marcos, há aproximadamente dois meses, desde que a cidade começou a enfrentar uma crise no abastecimento hídrico, a falta de água é quase que diária em sua casa, na rua Irapucará, e acontece sempre por volta das 21h. Apesar do incômodo, ele não chegou entrar em contato diretamente com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).

Procurada pelo Terra, a empresa afirmou que o fornecimento está normal na residência. Na última quinta-feira à tarde, uma equipe foi até o imóvel do cliente e fez a coleta de uma amostra da água para análise. O relatório apontou que, no momento em que foi realizado o procedimento, a água apresentava aspecto normal.
A situação havia acontecido pela primeira vez há cerca de 15 dias na casa de Marcos.

n/d

(Pela cor da água do copo acima…nota-se mesmo que está tudo normal, não é??)

A Sabesp acrescentou que, de qualquer forma, providenciará a troca do ramal que abastece o local e que irá monitorar a qualidade da água neste ponto. Em nota, a companhia ressaltou que obedece a todos os padrões e normas estabelecidos pela Vigilância Sanitária e pediu desculpas a Marcos “por eventuais transtornos causados“ a ele.

Fonte: Terra noticias

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Por Dilson Kutscher

A maior seca acontece no coração dos homens e reflete nas fontes de água da Terra.

Diz na Sagrada Escritura:

“Muito tempo guardei o silêncio, permaneci mudo e me contive. Mas agora grito, como mulher nas dores do parto; minha respiração se precipita.
Vou devastar montanhas e colinas, secar toda a vegetação, transformar os cursos de água em terras áridas, e fazer secar os tanques”. (Isaias 42)

“O quarto derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado queimar os homens com o fogo. E os homens foram queimados por grande calor, e amaldiçoaram o nome de Deus, que pode desencadear esses flagelos; e não quiseram arrepender-se e dar-lhe glória”. (Apocalipse 16, 8 -9)

“Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro animal clamar: Vem! E vi aparecer um cavalo preto. Seu cavaleiro tinha uma balança na mão. Ouvi então como que uma voz clamar no meio dos quatro Animais: Uma medida de trigo por um denário, e três medidas de cevada por um denário; mas não danifiques o azeite e o vinho!” (Apocalipse 6, 5-6)

“Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz”. (Apocalipse 12, 2)

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