SOBRE A DITA MAÇONARIA ECLESIÁSTICA

Todo exército tem por função defender um povo e um território. Todo exército tem uma cadeia de comando.

A Igreja Católica, Milícia de Nosso Senhor Jesus Cristo, tem por função defender a Terra e a humanidade das ciladas do demônio e dos que a ele servem. Seu Estado Maior está no Céu, chefiado pela Santíssima Trindade, e este confiou à comunidade dos fiéis católicos e a suas lideranças humanas (ainda peregrinas na Terra) a missão de aqui dar combate ao Inferno e suas obras.

Reproduzindo com fidelidade e insistência as ordens que recebeu do Estado Maior, o maior dos soldados da Milícia de Cristo (o Papado) condenou diversas vezes a Maçonaria. No entanto, por infelicidade, houve dentro da Milícia aqueles que não gostaram dessas ordens, e se pusesse não só a desrespeitá-las, mas a incentivar o desrespeito a elas. É esse precisamente o caso dos padres e bispos maçons que traem a Igreja, DESERTORES da Milícia que promovem desavergonhadas confraternizações com as sociedades maçônicas, e que na Igreja só fingem permanecer para continuar a ter oportunidade de praticar mais e mais danosas traições ao Papado e aos fiéis que este está incumbido de proteger e guiar. Esses elementos são parte da Igreja do mesmo modo que os pregos que afixavam Cristo na Cruz faziam parte das mãos e dos pés do Santíssimo Redentor.

É bem possível que hoje esses desertores sejam mais comuns que em outras épocas, mas as leis da Igreja que os condenam seguem sendo válidas. Assim como as leis de trânsito que penalizam a embriaguez ao volante não mudam porque há mais ou menos motoristas que dirigem bêbados, assim também a Igreja permanece firme em sustentar a condenação aos maçons. Todos aqueles que, estando em posição de autoridade na Igreja, caso ousem se esquivar ou fazerem outros se esquivar de cumprir o dever de dar combate à Maçonaria, hão de se entender com o Estado Maior (a Trindade) na vida do porvir, não sem consequências temíveis …

Desse modo, por mais que haja padres e bispos se metendo com a Maçonaria, eles o fazem por própria conta e à revelia da Igreja, a qual tem reafirmado inalteradamente sua condenação à Maçonaria desde 1738, ao passo que as seitas dos acatólicos ora a condenam, ora não a condenam, e SEMPRE mudam de opinião a respeito da Maçonaria ao longo de lugares e circunstâncias, de modo que não há como se ter segurança quanto à sinceridade das condenações que por vezes dizem ter contra as sociedades maçônicas. Não tendo segurança da sinceridade dessas condenações, também não podemos ter certeza se o não-católico participa da Maçonaria como renegado da sua seita ou em concordância com ela.

Fonte: Facebook CaiaFarsa

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