NEOCATECUMENATO

Jesus condenou o Neocatecumenato na mensagem transmitida ao Cláudio, sob a forma de Linhas Vermelhas, em 17.02.2005, com as seguintes palavras:

“O Neo Catecumenato, que faz vítimas letais, que agride furiosamente e até mata as almas, é o anticristo”.

Para que os nossos amigos do Movimento tenham uma compreensão melhor porque o Neocatecumenato foi condenado, registramos, a seguir, uma explicação do Autor Eduardo Martins sobre o mesmo e uma relação de heresias constatadas pelo Pe. Enrico Zofolli.

Eduardo Martins explica:

“Existem pelo menos dois livros escritos pelo Pe. Enrico Zoffoli que tratam sobre o Neocatecumenato, “Porque Ajoelhar-se” e “Eucaristia”, sendo que ambos podem ser encontrados nas livrarias católicas.

Nestes livros são condenadas as práticas do movimento do Neocatecumenato quando confrontadas com os ensinamentos da Igreja. No livro “Porque Ajoelhar-se”, o autor observa o fato de os seus membros, sistematicamente, não se ajoelham diante do Nosso Senhor, não fazendo a adoração devida ao Santíssimo Sacramento. Na página 22 o autor faz o seguinte comentário: ”Não terá sabor de “maniqueísmo” a proibição da “genuflexão” com a materialidade do genuflexório que a permite?”.

Quanto à questão das apostilas do Kiko Arguelo, coloca o movimento Neocatecumenato em um dilema:- eles confessam que existem as apostilas, mas não são todos os membros que tem acesso a elas, de duas uma: ou as apostilas são ortodoxas ou contém erros doutrinários. Ora, se as apostilas não contém nada que seja contrário à doutrina, que sempre foi ensinado pela Santa Igreja Católica, não existe motivo para escondê-las. Portanto, se não mostram as apostilas é porque sabem que podem ser condenados ou censurados pela doutrina contida nas tais apostilas.

Eles alegam que entregaram as apostilas para o Vaticano analisar. Temos ai um problema. Qual a garantia que temos de que foram entregues todas as apostilas? Será que se fosse dado acesso irrestrito as apostilas poderiam perder o controle e, eventualmente, alguém poderia descobrir que não foram entregues integralmente todas as apostilas? Publicar as apostilas possibilitaria que outras pessoas analisassem o conteúdo e verificassem se a doutrina ensinada (para poucos) pelo Kiko está conforme os dogmas da Igreja.

Nosso Senhor ensinou “Ide e ensinai”, e não, ide e escondei.

Quando uma pessoa quer conhecer a verdade para amá-la e praticar a religião, não se pode esconder. Quando alguém faz algo em segredo é porque não quer manifestar sua real intenção. Nosso Senhor ensinava em público. Quando foi interrogado disse que ensinava abertamente, nada ensinando às escondidas (João 18,20). Na Igreja nunca se escondeu a verdade, sempre se ensinou em público. Quando os Doutores e os Santos escreviam alguma coisa, eles publicavam para ensinar o povo e defender a Fé, e se fosse necessário dar a vida pela verdadeira Doutrina. O Neocatecumenato incentiva as pessoas a comprar a Bíblia, todos do movimento devem ter e ler, mas as apostilas são somente para alguns.

Os membros do Neocatecumenato dizem ser obedientes ao Papa. Se assim fosse seguiriam fielmente a Carta Apostólica de João Paulo II, Misericordia Dei. Nesse documento são estabelecidas prescrições sobre o Sacramento da Confissão, de forma plena e estável, que devem ser observadas por todos os católicos, porém, eles fazem vista grossa para o Papa. Pode-se concluir que eles obedecem somente naquilo que estiver em acordo com os interesses do Neocatecumenato.

Outro ponto é o nome Neocatecumenato, que significa os “novos” catecúmenos. O Catecumenato na época dos primeiros cristãos era uma preparação para o batismo, para ingressar na única Igreja de Cristo. No Neocatecumenato, existem pessoas que já foram devidamente batizadas e, não poderiam ser novamente batizadas, exceto se o Neocatecumenato acredita que o “batismo de água” não fosse válido, ou insuficiente para entrar na Igreja, ainda poderiam considerar que existe uma nova Igreja de Cristo e seria necessário como que uma nova preparação e um novo batismo. Defender uma ou outra posição seria contrário ao Credo e contra os ensinamentos da Igreja e, portanto, cairiam em heresia.

Juízos doutrinários de Padre Enrico Zoffoli à “teologia” de Kiko- Carmen

1° É falso que o homem, mesmo sofrendo as conseqüências do pecado original, não seja mais capaz de resistir ao mal e de fazer o bem: Sua liberdade e responsabilidade moral são indiscutíveis, contra o pessimismo luterano.

2° É falso que o demônio, por mais malvado e insidioso que ele seja, possa dominar a vontade humana a ponto de constrangê-la ao pecado, pelo que a culpa não recaísse principalmente sobre o homem.

3° É falso que o homem, com o socorro da graça, não possa nem deva lutar contra as próprias paixões, ou seja, esforçar-se por corrigir-se e tender positivamente à santidade de seu estado.

4° É falso que uma verdadeira conversão comporte apenas o reconhecimento e a acusação dos próprios pecados com a esperança do perdão de Deus; e não exija, portanto, também, a contrição e o firme propósito de não pecar mais.

5° É falso que a recuperação da graça não implique aquela «justificação» que, junto, é expiação do pecado, reconciliação com Deus e real regeneração da alma que torna a gozar de sua amizade e merecer a vida eterna.

6° É falso que o homem, pecando, não ofenda verdadeiramente a Deus e não seja por isso obrigado a expiar a sua culpa, satisfazendo um grave dever de justiça.

7° É falso que Deus, exigindo tal satisfação mediante o sacrifício, seja «cruel»: Como é falso dizer que Ele não visa recuperar alguma coisa que o homem, pecando, Lhe tenha subtraído; como é falso que o homem pode prejudicar apenas a si mesmo, recusando o seu único Bem. É falso dizer que a «satisfação» a que o homem está obrigado consiste no re-afirmar o absoluto primado de Deus e a radical dependência da criatura com relação a Ele. Somente assim ela dá a Deus aquilo que é de Deus, e a si aquilo que é seu. O dever da justiça coincide com o do respeito devido à verdade ontológica de Deus e do homem.

8° É falso que a «religiosidade», fundada sobre a natureza e a razão, não seja um verdadeiro e digno culto devido a Deus qual Criador e Providência, e não seja por isso a legítima e obrigatória etapa a alcançar, necessária para que o homem chegue a adorar o «Deus vivo» da Revelação hebraico-cristã.

9° É falso que, na Igreja Católica, o sacrifício seja um resíduo da mentalidade pagã. Ela seria isso somente se Deus, a quem se o oferece, fosse um ídolo qual era concebido pela mitologia clássica: ciumento e vingativo… A lei mosaica prescrevia um «sacrifício de expiação» além de outros, que para celebrá-los Deus instituiu o «sacerdócio». Porque a Igreja não deveria tê-lo como supremo ato de culto?

10° É falso e blasfemo afirmar que Jesus, Verbo encarnado, não tenha redimido a Humanidade pecadora, expiando as suas culpas com o Sacrifício da Cruz.

11° É falso e ofensivo negar que Ele se tenha apresentado como único e supremo Modelo de vida, e que a salvação seja possível somente para aqueles que se esforçam por imitar o seu exemplo.

12° É falso ensinar que Jesus para continuar na terra a sua mediação salvífica e aplicar às futuras gerações os méritos de seu Sacrifício de expiação e redenção, não tenha instituído a Igreja como sociedade também hierárquica, ou seja visível e juridicamente organizada.

13° É falso considerar que os poderes por Ele conferidos à Igreja não sejam fundados unicamente sobre o sacramento da Ordem Sacra, ou seja, sobre o sacerdócio ministerial, essencialmente distinto do sacerdócio comum a todos os batizados.

14° É falso, sobretudo pensar que o mais sublime e característico ato do culto católico não seja a celebração do sacrifício eucarístico como renovação incruenta do único, perfeito e irrepetível Sacrifício da Cruz. Somente morrendo Cristo redimiu o mundo, e não ressurgindo, como apenas pela participação em sua morte o homem pode merecer a vida da alma (= a graça) hoje, e, amanhã, a ressurreição da carne.

15° É falso que a Missa não seja «O» sacrifício por excelência, mas que seja apenas um «banquete fraterno»; é inegável em vez que este — ou seja, a Comunhão Eucarística — deriva seu significado próprio e a eficácia santificante da participação dos fiéis no Sacrifício de Cristo, representada na distinta consagração do pão e do vinho, feita no altar pelo sacerdote-ministro, não pela comunidade, cuja eventual ausência não torna inválida a celebração eucarística.

16° É falso que a consagração do pão e do vinho limita-se a conferir a estes elementos um novo significado, deixando-os essencialmente imutáveis; de fato, a consagração torna aqueles elementos o Corpo e o Sangue de Cristo em virtude do prodígio absolutamente único da transubstanciação.

17° É falso que, após a consagração, sobre o altar temos somente sinais do Corpo e do Sangue de Cristo, e não um e outro verdadeiramente, real e substancialmente presentes, ou seja, a mesma Humanidade integral assumida pelo Verbo. Não adoramos “o sinal”, mas o Significado; não o “símbolo” de Cristo, mas a sua própria Pessoa divina.

18° É falso que a Comunhão Eucarística não exija a Confissão sacramental dos pecados mortais ou que, ainda, seja suficiente um ato de contrição perfeita para recebê-la dignamente…; e é também falso afirmar que não é o sacerdote-confessor, mas a comunidade que reconcilia o pecador com Deus.

19° É falso que Deus perdoa e salva todos: Perdoa somente a quem se arrepende de tê-lo ofendido; e se salva somente quem, correspondendo à sua graça, morre em paz com Ele. O inferno é realíssimo tanto quanto é possível a obstinação do pecador que morre no estado de impenitência final.

20° É falso que não devemos imitar as virtudes de Cristo e tender à santidade, possíveis através do exercício de uma ascese, prática voluntária dos conselhos evangélicos. A purificação interior que a segue é indispensável para evitar o purgatório.

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Aarão observa > Qualquer pessoa com um mínimo de espiritualidade há de ver no comportamento deste falso movimento, que ele não é a Igreja, não pertence à Igreja Católica e é nada mais que uma seita. Os argumentos que foram apresentados acima são todos válidos, e eu confio nas disposições deste sacerdote. Ele levou muitos anos de tentativas até conseguir botar a mão nas tais apostilas, para dali levantar estes argumentos que são inatacáveis. Era coisa escondida furiosamente pelos membros que se portam como uma sociedade secreta. Se eles têm apostilas, e não seguem o Catecismo da Igreja, têm portanto outra doutrina, e se são ocultas, é porque realmente contêm erros, uma vez que ninguém precisa esconder a verdade.

E a verdade é que aqui nos chegam informações terríveis sobre os procedimentos deles, nada santos nem ortodoxos. O simples fato de eles pregarem uma missa diferente, com aspectos claríssimos de ceia, usando pão comum, usando altar em forma de mesa, simplesmente os põe fora da Igreja Católica, até porque o Santo Padre não aprovou nada do que se refere à Eucaristia deles. Se não adoram é exatamente porque não acreditam que a Eucaristia seja Deus vivo, e seu ritual não é divino, mas maligno. Ou seja, sendo proibida aquela forma ritual, e sendo o cerne da verdadeira Igreja a Eucaristia, automaticamente ela se torna inválida, e, portanto, abominável. E isso faz do neocatecumenato outra igreja, uma seita que nada tem a ver com Pedro e, portanto, está fora da verdade, fora da Rocha, e fora de Jesus. Tanto que a palavra de Jesus na mensagem é extremamente dura quanto a eles: anticristo!

Infelizmente muitos bispos e sacerdotes caíram na insídia de satanás, aceitando esta proposta maligna. Na Igreja Católica não existem verdades doutrinárias ocultas, ou ensinamentos apenas para iniciados. Uma criança, até uma menina, pode participar livremente de uma aula de formação para sacerdotes, porque a Igreja nunca irá ordenar uma criança, menos ainda uma menina. Eles entenderão pouca coisa da aula, quem sabe quase nada, mas na Igreja nada há de oculto que não possa ser revelado. Se existe uma doutrina oculta, uma apostila apenas para altos iniciados, e se existem divisões e uns mais especiais do que outros dentro deste conluio, isso significa que isso vem do divisor, vem do inimigo, não de Deus.

Numa mensagem mais antiga ao Cláudio, foi dito por São Miguel que este mau caminho visava à dessacralização da Igreja. Como ele faz isso? Simplesmente retirando o sentido sacrifical da Santa Missa, dando a ele conotação de ceia, de partilha. Este é um passo para a transformação integral de todo o Rito da Santa Missa, e é somente por causa disso que esta coisa tenha aprovação em alguns cardeais do Vaticano. Se o Papa aprovasse isso, seria o fim da Eucaristia. Só maus cardeais podem aprovar aquilo que é mau para a Igreja Católica. E posso dizer que, neste caso específico, o simples fato de haver quem o aprove com tanta pressa, faz tornar patente sua malignidade, porque ou a Igreja aceita todas as disposições desta doutrina falsa, ou mantém unidade em torno da verdade de Pedro. Porque não existem duas Igrejas, nem pode haver dois ritos!

De fato a Igreja Católica, tem universalmente um Missal, tem ritos oficiais de celebração da Santa Missa e tem diversas orações eucarísticas aprovadas, para diferentes ocasiões. Fora disso, qualquer tentativa de impor um rito diferente, uma missa diferente, uma celebração oculta e somente para iniciados, implica na invalidez da celebração, e deve ser proibida, como são proibidas as missas de caminhoneiro, missa por uma terra sem males, missa afro, e todo tipo de celebração esdrúxula e degradante como estas. Se Pedro já proibiu aquelas, se não aprova as do neocatecumenato, então significa que o cerne desta seita é podre, e não vingará. Há pessoas indo à perdição eterna por insistirem nesta desobediência. O fato de negarem adoração à Jesus Eucaristia, os faz cair nos anátemas do Sacrossanto e Dogmático Concílio de Trento, e portanto, se eles insisitirem, estão excomungados da Igreja Católica, Apostólica Romana. E quem participa deste conluio, está, portanto, em pecado grave.

Outro assunto que denigre esta manifestação pseudoreligiosa, diz respeito ao Sacramento da Confissão. Pessoas que já saíram deste conluio maligno, atestam o quanto é degradante, esmagadora e maléfica a confissão pública, onde as intimidades dos casais ficam expostas e uns sabem dos pecados dos outros. Isso jamais deve acontecer, porque as pessoas não conseguem guardar segredo, e revelando publicamente suas fraquezas, sempre terão os dedos dos outros apontados para si, e cada um se sentirá tolhido, inibido e esmagado pela condenação tácita dos outros. Este é um tremendo gerador de intrigas e fofocas. Para isso Jesus instituiu o Sacerdócio, e a Igreja determinou o segredo de confessionário, como forma de manter ocultos os pecados de cada um, coisa que somente compete a Deus, e ao sacerdote, que em nome Dele perdoa. E Deus esquece! Os homens não! E jamais conseguem disfarçar, esconder!

Um assunto ainda a ser levantado, diz respeito à perseguição que é exercida contra os membros que discordam desta falsa organização religiosa, e desejam sair dela. Deus deu a liberdade a todos os homens, e o direito ao culto é inalienável, como inerente à pessoa humana. Qualquer religião que persiga os que desejam sair dela, se torna numa seita terrorista, jamais em seguidora de Jesus Cristo. Tudo o que é oculto é suspeito. Todo culto oculto é maligno, porque Jesus nunca rejeitou a ninguém.

Portanto, fujam do neocatecumenato se não quiserem participar das condenações a que ele implica. Ademais, se você olhar uma foto de Kiko Arguelo, o fundador desta seita, e não sentir-se angustiado, é certamente porque sua alma está igual a deste homem. Ele mete medo! E quem o conhece sabe que ele é mau! Há denuncias e muitas contra seu comportamento. Eis mais um anticristo agindo, para a dessacralização da Igreja Católica. E com a aprovação de muitos maus padres!

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