Liturgia Diária – 18/09/2013, São José de Cupertino

Quarta-feira da 24ª semana do Tempo Comum

S. José de Cupertino, religioso, +1663

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São José de Cupertino nasceu em Cupertino, na Púglia, no ano de 1603. Paupérrimo, viveu os primeiros meses de vida num estábulo, porque o pai, endividado, teve de vender tudo.

A vida deste santo tem aspectos desconcertantes. Aos 17 anos queria ser frade, mas os frades menores não o aceitaram porque era muito ignorante, e os capuchinhos que o haviam acolhido como irmão leigo, pouco depois impuseram-lhe que depusesse o hábito por causa da sua grande confusão mental. Em lugar algum o queriam de volta, nem a sua própria mãe.

Finalmente, os frades menores de Grotella abriram-lhe as portas do convento, confiando-lhe os mais humildes serviços, como cuidar de uma mula. José auto-definiu-se: “irmão burro”, e não obstante isso queria estudar para padre. Nos exames foi sorteada a única questão que ele sabia: comentar o Evangelho. Desde aquele momento começaram a aparecer na vida desse frade esquisito os sinais da predileção divina e fenômenos que atestam a santidade interior. (www.catolicanet.com.br)

[box_info]1ª Carta a Timóteo 3,14-16. [/box_info]

Caríssimo: Escrevo-te estas coisas, na esperança de ir ter contigo em breve.
Porém, eu quero que saibas como deves proceder na casa de Deus, esta Igreja do Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade.
Grande é – todos o confessam – o mistério da piedade: Aquele que foi manifestado na carne, foi justificado no Espírito, apresentado aos anjos, anunciado às nações, acreditado no mundo, exaltado na glória.

[box_info]Livro de Salmos 111(110),1-2.3-4.5-6.[/box_info]

Louvarei o Senhor de todo o coração,
no conselho dos justos e na assembleia.
Grandes são as obras do Senhor,
dignas de meditação para quem as ama.

As suas obras têm majestade e esplendor;
a sua justiça permanece para sempre.
Deixou-nos um memorial das suas maravilhas:
o Senhor é bondoso e compassivo;

Deu sustento àqueles que O temem
e jamais se esquecerá da sua aliança.
Revelou ao seu povo o poder das suas obras,
dando-lhe a herança das nações.

[box_info]Evangelho segundo S. Lucas 7,31-35.[/box_info]

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «A quem, pois, compararei os homens desta geração? A quem são semelhantes?
Assemelham-se a crianças que, sentadas na praça, se interpelam umas às outras, dizendo: ‘Tocamos flauta para vós, e não dançastes! Entoamos lamentações, e não chorastes!’
Veio João Batista, que não come pão nem bebe vinho, e dizeis: ‘Está possesso do demônio!’
Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizeis: ‘Aí está um glutão e bebedor de vinho, amigo de cobradores de impostos e de pecadores!’
Mas a sabedoria foi justificada por todos os seus filhos.»

Comentário do dia
Beato João Paulo II (1920-2005), papa
Encíclica «Dives in Misericordia» § 13 (trad. © copyright Libreria Editrice Vaticana)

Na Igreja, Cristo chama-nos à conversão

A Igreja vive vida autêntica quando professa e proclama a misericórdia, o mais admirável atributo do Criador e do Redentor, e quando aproxima os homens das fontes da misericórdia do Salvador, das quais é depositária e dispensadora. Neste contexto, assumem grande significado a meditação constante na Palavra de Deus, e sobretudo a participação consciente e reflectida na Eucaristia e no sacramento da Penitência ou Reconciliação.

A Eucaristia aproxima-nos sempre do amor que é mais forte do que a morte (Ct 8,6). Com efeito, «todas as vezes que comemos deste Pão e bebemos deste Cálice», não só anunciamos a morte do Redentor, mas proclamamos também a sua ressurreição, «enquanto esperamos a sua vinda gloriosa» (Missal Romano; cf 1Cor 11,26). A própria liturgia eucarística, celebrada em memória daquele que, na sua missão messiânica, nos revelou o Pai por meio da Palavra e da Cruz, atesta o inexaurível amor em virtude do qual Ele deseja sempre unir-Se e como que tornar-Se uma só coisa connosco, indo ao encontro de todos os corações humanos.

O sacramento da Penitência ou Reconciliação aplana o caminho a cada um dos homens (cf Lc 3,3; Is 40,3), mesmo quando sobrecarregados por faltas graves. Neste sacramento todos os homens podem experimentar de modo singular a misericórdia, isto é, o amor que é mais forte do que o pecado.

Fonte: evangelhoquotidiano.org

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