Liturgia Diária – 13/11/2013, Santo Estanislau Kostka

Quarta-feira da 32ª semana do Tempo Comum

Santo Estanislau Kostka, religioso, +1568

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Nasceu na Polônia em 1550. Desde menino tinha profunda vocação religiosa. Mesmo tendo nascido em família nobre e poderosa, manteve-se fiel a Deus por toda a vida. Aos 13 anos, foi mandado para completar seus estudos na escola dos jesuítas, juntamente com seu irmão mais velho, Paulo. Foi lá que passou por uma grande provação. Nessa época, o imperador da Áustria, em luta contra a recém formada Companhia de Jesus, requisitou o prédio onde moravam os meninos que provinham de longe. Por esse fato, os estudantes tiveram que recorrer a pensões. Longe de seus mestres, muitos, facilmente, caíram em diversos pecados; porém, Estanislau não os seguiu, usando o seu tempo livre para dedicar-se cada vez mais aos estudos. Nessa época, ficou doente, tendo um enorme desejo de receber a sagrada Eucaristia. Prodigiosamente foi ouvido por dois Anjos que lha trouxeram!. Foi aí que o jovem teve total convicção de seu propósito de entrar na Companhia de Jesus. Ultrapassou diversos obstáculos para chegar ao seu ideal, com uma vida dedicada inteiramente aos estudos e à devoção. Muito devoto de Nossa Senhora, morreu, conforme havia previsto, aos 18 anos, em 1568, no dia da Assunção de Nossa Senhora. (www.asj.org.br)

[box_info]Livro de Sabedoria 6,2-11.[/box_info]

Escutai, ó reis, e procurai compreender; aprendei governantes de toda a terra. Prestai atenção, vós que reinais sobre as multidões e vos gloriais do número dos vossos povos!

Porque do Senhor recebestes o poder, e a soberania vem do Altíssimo, que julgará as vossas obras e examinará os vossos pensamentos.
Pois, sendo ministros do reino, não governastes com retidão nem respeitastes a Lei, nem seguistes a vontade de Deus.
De modo terrível e inesperado, Ele vos aparecerá, pois um julgamento rigoroso será feito aos grandes.
O pequeno, com efeito, encontrará misericórdia, mas os poderosos serão examinados com rigor.
O Senhor de todos não temerá ninguém nem se intimidará com a grandeza, pois Ele criou o pequeno e o grande e de todos cuida igualmente.
Mas, para os poderosos, o julgamento será severo.
A vós, pois, ó reis, se dirigem as minhas palavras para que aprendais a sabedoria e não pequeis.
Aqueles que se conduzem segundo as leis santas serão reconhecidos como santos, e os que se deixam instruir por elas, nelas encontrarão a sua defesa.
Ansiai, pois, pelas minhas palavras, desejai-as ardentemente e sereis instruídos.

[box_info]Livro de Salmos 82(81),3-4.6-7.[/box_info]Defendei o oprimido e o órfão;
fazei justiça ao humilde e ao pobre.
Libertai o oprimido e o necessitado,
e defendei-os das mãos dos pecadores.”

O Senhor disse: “Vós sois deuses,
todos vós sois filhos do Altíssimo.
Mas morrereis como qualquer mortal;
caireis como qualquer príncipe.”

[box_info]Evangelho segundo S. Lucas 17,11-19. [/box_info]

os-dez-leprosos

Naquele tempo, indo Jesus a caminho de Jerusalém passava entre a Samaria e a Galileia.
Ao entrar numa aldeia, dez homens leprosos vieram ao seu encontro; mantendo-se à distância,
gritaram, dizendo: «Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós!»
Ao vê-los, disse-lhes: «Ide e mostrai-vos aos sacerdotes.» Ora, enquanto iam a caminho, ficaram purificados.
Um deles, vendo-se curado, voltou, glorificando a Deus em voz alta;
caiu aos pés de Jesus com a face em terra e agradeceu-lhe. Era um samaritano.
Tomando a palavra, Jesus disse: «Não foram dez os que ficaram purificados? Onde estão os outros nove?
Não houve quem voltasse para dar glória a Deus, senão este estrangeiro?»
E disse-lhe: «Levanta-te e vai. A tua fé te salvou.»

Comentário do dia
São Basílio c. 330-379), monge, bispo de Cesareia na Capadócia, doutor da Igreja
Regras Monásticas, Regras Maiores, § 2

«Onde estão os outros nove?»

Depois de termos ofendido o nosso benfeitor mostrando indiferença pelos sinais da sua benevolência, não fomos contudo abandonados pela bondade do Senhor nem cerceados do seu amor; antes fomos subtraídos à morte e devolvidos à vida por Nosso Senhor Jesus Cristo. E a maneira como fomos salvos é digna de uma admiração maior ainda. «Ele, que é de condição divina, não considerou como uma usurpação ser igual a Deus; no entanto, esvaziou-Se a Si mesmo, tomando a condição de servo» (Fil 2,6-7).

Ele tomou para Si as nossas fragilidades, carregou as nossas dores, morreu por nós a fim de, com suas chagas, nos salvar; resgatou-nos da maldição ao fazer-Se maldição por nós (Is 53, 4-5; Gal 3,13); sofreu a mais infamante das mortes para nos conduzir à vida da glória. E não Lhe bastou devolver à vida os que estavam na morte: revestiu-os da dignidade divina e preparou-lhes no repouso eterno uma felicidade que ultrapassa toda a imaginação humana.

Como retribuiremos pois ao Senhor tudo o que Ele nos deu? Ele é tão bom, que nada pede em compensação por suas graças; contenta-Se em ser amado.

Fonte: evangelhoquotidiano.org

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