Liturgia Diária – 09/07/2013, Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus

  • Liturgia Diária – 09/07/2013, Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus Data da Postagem: 9 jul 2013 | Autor: Ataíde | Comentários: 0 comentário
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    Terça-feira da 14ª semana do Tempo ComumFesta da Igreja : Nossa Senhora, Mãe da Esperança

    Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus (Madre Paulina)

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    Seu nome de baptismo era Amábile Lúcia Visintainer. Nasceu no norte da Itália, em 1865, e com dez anos acompanhou seus pais, que emigraram para o Brasil e se instalaram no Estado de Santa Catarina.

    Fundou, com finalidades educativas e assistenciais, a Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, da qual foi eleita superiora geral vitalícia.

    Anos depois, em São Paulo, para onde se havia transferido a casa-mãe da congregação, foi injusta e precipitadamente punida pelo arcebispo de São Paulo, que a demitiu das funções de superiora e a proibiu de, no futuro, exercer qualquer cargo de mando na Congregação. Aceitou com virtude heróica essa punição abusiva e irregular do ponto de vista do Direito Canónico, e passou mais de trinta anos como simples religiosa, modelo de obediência e humildade, sem nunca exercer qualquer função directiva na obra da qual era fundadora. Faleceu pronunciando o que sempre foi o lema de sua vida: “Faça-se a vontade de Deus!” Foi beatificada por João Paulo II, em 1991.

    Livro de Génesis 32,22-32.

    Naqueles dias, Jacob
    Levantou-se naquela mesma noite, tomou as suas duas mulheres, as duas escravas e os seus onze filhos, e passou o vau de Jaboc.
    Ajudou-os a atravessar a torrente, e passou tudo o que lhe pertencia.
    Jacob tendo ficado só, alguém lutou com ele até ao romper da aurora.
    Vendo que não podia vencer Jacob, bateu-lhe na coxa, e a coxa de Jacob deslocou-se, quando lutava com ele.
    E disse-lhe: «Deixa-me partir, porque já rompe a aurora.» Jacob respondeu: «Não te deixarei partir enquanto não me abençoares.»
    Perguntou-lhe então: «Qual é o teu nome?» Ao que ele respondeu: «Jacob.»
    E o outro continuou: «O teu nome não será mais Jacob, mas Israel; porque combateste contra Deus e contra os homens e conseguiste resistir.»
    Jacob interrogou-o, dizendo: «Peço-te que me digas o teu nome.» «Porque me perguntas o meu nome?» – respondeu ele. E então abençoou-o.
    Jacob chamou àquele lugar Penuel; «porque vi um ser divino, face a face, e conservei a vida» – disse ele.
    O sol principiara a levantar-se, quando Jacob deixou Penuel, coxeando por causa da sua coxa.

    Livro de Salmos 17(16),1.2-3.6-7.8b.15.

    Ouve, Senhor, a minha causa justa,
    atende ao meu clamor.
    Escuta a minha oração,
    que não sai de lábios mentirosos.
    Sede Vós o meu julgamento,
    pois os vossos olhosvêem o que é recto.

    Perscruta o meu coração, mesmo durante a noite,
    submete-me à prova de fogo
    e não encontrarás em mim iniquidade;
    a minha boca não transgrediu.
    Eu te invoco, ó Deus; responde-me!
    Inclina para mim o ouvido, escuta as minhas palavras.

    Mostra-nos a tua misericórdia,
    Tu, que salvas dos agressores
    os que buscam refúgio na tua direita.
    Esconde-me à sombra das tuas asas,
    da vista dos ímpios que me fazem mviolência.
    Eu, porém, pela justiça, contemplarei a tua face
    e, ao despertar, serei saciado com a tua presença.

    Evangelho segundo S. Mateus 9,32-38

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    Naquele tempo, apresentaram a Jesus um mudo, possesso do demónio.
    Depois que o demónio foi expulso, o mudo falou; e a multidão, admirada, dizia: «Nunca se viu tal coisa em Israel.»
    Os fariseus, porém, diziam: «É pelo chefe dos demónios que Ele expulsa os demónios.»
    Jesus percorria as cidades e as aldeias, ensinando nas sinagogas, proclamando o Evangelho do Reino e curando todas as enfermidades e doenças.
    Contemplando a multidão, encheu-se de compaixão por ela, pois estava cansada e abatida, como ovelhas sem pastor.
    Disse, então, aos seus discípulos: «A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.
    Rogai, portanto, ao Senhor da messe para que envie trabalhadores para a sua messe.»

    Comentário do dia

    Beato John Henry Newman (1801-1890), presbítero, fundador do Oratório em Inglaterra Sermão «Invisible Presence of Christ», «Sermons on Subjects of the Day», n°21

    «Contemplando a multidão, encheu-Se de compaixão por ela, pois estava cansada e abatida, como ovelhas sem pastor»

    Olhai em volta, meus irmãos […]: porque há tantas mudanças e lutas, tantos partidos e seitas, tantos credos? Porque os homens estão insatisfeitos e inquietos. E porque estão eles inquietos, cada um com o seu salmo, a sua doutrina, a sua língua, a sua revelação, a sua interpretação? Estão inquietos porque não encontraram […]; tudo isso ainda não os levou à presença de Cristo que é «alegria e delícias eternas» (cf Sl 16,11).

    Se tivessem sido alimentados pelo pão da vida (Jo 6,35) e provado do favo de mel, os seus olhos ter-se-iam tornado limpos, como os de Jónatas (1Sam 14,27), e teriam reconhecido o Salvador dos homens. Mas, não se tendo apercebido destas coisas invisíveis, têm de continuar a procurar e estão à mercê de rumores longínquos. […]

    Triste espectáculo: o povo de Cristo errando pelas colinas «como ovelhas sem pastor». Em vez de procurarem nos lugares que Ele sempre frequentou e na morada que Ele estabeleceu, avêm-se com projetos humanos, seguem guias estranhos e deixam-se cativar por opiniões novas, tornando-se joguetes do acaso e do humor do momento, e vítimas da sua própria vontade. Estão cheios de ansiedade, de perplexidade, de inveja e de preocupações, e são agitados e «levados por qualquer vento da doutrina, pela malícia dos homens e a sua astúcia, a extraviarem-se no erro» (Ef 4,14). Tudo isso porque não procuram «um só Senhor, uma só fé, um só baptismo; um só Deus e Pai de todos» (Ef 4,5-6) para nele encontrarem «descanso para o espírito» (Mt 11,29).

    Fonte: evangelhoquotidiano.org

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