Liturgia Diária – 04/09/2013, Santa Rosa de Viterbo

Quarta-feira da 22ª semana do Tempo Comum

Santa Rosa de Viterbo, virgem, +1252

Rosa de Viterbo nasceu em Viterbo (Itália), cerce de 1233 e morreu provavelmente em 1252. Terciária franciscana desde 1250, empenhou-se na luta contra os cátaros protegidos pelo imperador Frederico II e, por isso, foi exilada de Viterbo, para onde só pôde retornar após a morte do imperador. Às duas festas da santa, a litúrgica (6 de março) e a popular (4 de setembro), estão ligadas manifestações folclóricas ena sua cidade natal, dentre as quais a dos 62 cavaleiros de Santa Rosa.

[box_info]Carta aos Colossenses 1,1-8.[/box_info]

Paulo, apóstolo de Cristo Jesus por vontade de Deus, e o irmão Timóteo,
aos irmãos em Cristo, santos e fiéis, que vivem em Colossos: a vós graça e paz da parte de Deus, nosso Pai.
Damos graças a Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, nas orações que continuamente fazemos por vós,
desde que ouvimos falar da vossa fé em Cristo Jesus e do amor que tendes para com todos os santos,
por causa da esperança que vos está reservada nos Céus. Dela ouvistes falar outrora pela palavra da verdade, o Evangelho
que chegou até vós. Como em todo o mundo, também entre vós ele tem produzido frutos e progredido, desde o dia em que o recebestes e, em verdade, tomastes conhecimento da graça de Deus.
Assim o aprendestes de Epafras, servo como nós, ele que é um fiel servidor de Cristo ao vosso serviço
e que nos informou do vosso amor no Espírito.

[box_info]Livro de Salmos 52(51),10.11.[/box_info]


Eu, porém, como oliveira verdejante na casa de Deus,
confio para sempre na sua misericórdia.
Hei de louvar-Te eternamente
por tudo o que fizeste.

Na presença dos teus fiéis,
anunciarei o teu nome, porque és bom.

[box_info]Evangelho segundo S. Lucas 4,38-44.[/box_info]


Naquele tempo, deixando a sinagoga, Jesus entrou em casa de Simão. A sogra de Simão estava com muita febre, e intercederam junto dele em seu favor.
Inclinando-se sobre ela, ordenou à febre e esta deixou-a; ela erguendo-se, começou imediatamente a servi-los.
Ao pôr-do-sol, todos quantos tinham doentes, com diversas enfermidades, levavam-lhos; e Ele, impondo as mãos a cada um deles, curava-os.
Também de muitos saíam demónios, que gritavam e diziam: «Tu és o Filho de Deus!» Mas Ele repreendia-os e não os deixava falar, porque sabiam que Ele era o Messias.
Ao romper do dia, saiu e retirou-se para um lugar solitário. As multidões procuravam-no e, ao chegarem junto dele, tentavam retê-lo, para que não se afastasse delas.
Mas Ele disse-lhes: «Tenho de anunciar a Boa-Nova do Reino de Deus também às outras cidades, pois para isso é que fui enviado.»
E pregava nas sinagogas da Judeia.

Comentário do dia
Catecismo da Igreja Católica
§§ 309-310

A sogra de Simão estava com muita febre

Se Deus Pai todo-poderoso, Criador do mundo ordenado e bom, tem cuidado com todas as suas criaturas, porque é que o mal existe? A esta questão, tão premente como inevitável, tão dolorosa como misteriosa, não é possível dar uma resposta rápida e satisfatória. É o conjunto da fé cristã que constitui a resposta a esta questão: a bondade da criação, o drama do pecado, o amor paciente de Deus que vem ao encontro do homem pelas suas alianças, pela encarnação redentora de seu Filho, pelo dom do Espírito, pela agregação à Igreja, pela força dos sacramentos, pelo chamamento à vida bem-aventurada, à qual as criaturas livres são de antemão convidadas a consentir, mas à qual podem, também de antemão, negar-se, por um mistério terrível. Não há nenhum pormenor da mensagem cristã que não seja, em parte, resposta ao problema do mal.

Mas porque é que Deus não criou um mundo tão perfeito que nenhum mal pudesse existir nele? No seu poder infinito, Deus podia sempre ter criado um mundo melhor (São Tomás de Aquino). No entanto, na sua sabedoria e bondade infinitas, Deus quis livremente criar um mundo «em estado de caminho» para a perfeição última. Este devir implica, no desígnio de Deus, juntamente com o aparecimento de certos seres, o desaparecimento de outros; o mais perfeito, com o menos perfeito; as construções da natureza, com as suas destruições. Com o bem físico também existe, pois, o mal físico, enquanto a criação não tiver atingido a perfeição.

Fonte: evangelhoquotidiano.org

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