Justiça argentina decide: orangotango está livre

orangotango sandra

Justiça argentina decide: orangotango é uma “pessoa não humana” e não pode ficar presa!

Tribunal dá liberdade a orangotango!

Agência Lusa

Publicado a 14 MAI 15 às 00:05

Uma juíza vai decidir esta semana o destino de Sandra, uma fêmea de orangotango do zoo de Buenos Aires, na Argentina, a quem o tribunal reconheceu o direito de viver em liberdade.

Sandra, de 29 anos, reconhecida como “pessoa não humana” pelo Supremo Tribunal de Justiça da capital da Argentina, não foi convidada para as audiências, mas esteve representada pelo seu advogado, Andrès Gil Dominguez.

Em dezembro, um tribunal aplicou ao animal um recurso de ‘habeas corpus’ (direito de não estar detido sem julgamento), considerando que, mesmo não sendo um ser humano, tem sentimentos e o direito a maior liberdade.

Agora se levanta a questão de onde Sandra irá viver, o que implica determinar se poderá viver em liberdade, ou em semiliberdade, depois de ter passado toda a vida num zoo. Para encontrar uma resposta adequada, a juíza Elena Liberatori irá ouvir especialistas internacionais.

O norte-americano Gary Shapiro, fundador da Fundação Orangotango e uma referência mundial na área, recomendou a realização de exames de saúde e alertou para o perigo de se impor uma mudança de ambiente a um espécime com mais de oito anos.

“Sandra está privada de liberdade e em sofrimento. Ela deve viver no seu habitat natural, num santuário. No zoo, é como se estivesse detida”, argumentou o presidente da Associação dos funcionários e advogados para os direitos dos animais, Pablo Buompadre, que originou o processo judicial.

Esta Organização Não Governamental (ONG) foi reconhecida como representante legal de Sandra, como se esta se tratasse de um menor ou de uma pessoa sob a tutela do Estado. A ONG defende a transferência de Sandra para fora da Argentina, num ambiente onde os orangotangos vivam em semiliberdade.

Sandra, nascida a 16 de fevereiro de 1986 no zoo de Rostock, na Alemanha, pesa 50 quilos e mede 1,50 metros. Esta fêmea de orangotango chegou a Buenos Aires em 1994. A esperança média de vida desta espécie é de 30 a 40 anos.

Antes do julgamento, o zoo de Buenos Aires estudou a possibilidade de transferir Sandra para um santuário natural, no Brasil ou nos Estados Unidos.

COMENTÁRIO ARNALDO HAAS – www.recadosdoaarao.com.br

Assim, age a besta! Assim agem os bestas que seguem cegamente a besta! Daí surgem os processos bestas, porque já se levantam até advogados em defesa das bestas. E como não poderia deixar de ser, mais uma vez da Argentina, de onde saiu um servo da besta, que já decidiu canonizar duas bestas os asnos Thea e Noah, de sua excelentíssima propriedade, que aguardam apenas que a idade os leve das verdes pastagens de Castel Gandolfo, para que se abram para eles as portas do céu…O Falso céu das bestas e dos bestas! Quem quiser entenda!

Pois dona Sandra orangotanga, digníssima senhora “não pessoa humana”, agora terá a liberdade, pode ir para o mato morrer tranquilamente e muito livremente em menos de uma semana. E querem lhe dar um santuário no Brasil onde não existe esta espécie, mas certamente primatas de outro gênero, que tem o cérebro do mesmo tamanho – diminuto tamanho – mas cuja memória ancestral ainda guarda resquícios e saudades dos tempos em tinham rabos, trepavam em árvores e ginchavam… quando uma tocandira lhes mordia no traseiro… Isso se não a descobrissem antes de morder.. e as comessem. Aqui também tem desta mesma espécie. São capazes de prender um ser humano inafiançável por manter presa uma besta de fato, e soltar outra besta com todo direito a um “habeas corpus”.

Então eis uma primeira sentença, Sandra está livre! E como é que vamos fazer com os milhões de animais que vivem presos, fora dos seus habitats naturais, uma vez que – pelos direitos dos animais – a lei é feita para todos, e como é voga hoje “não se pode discriminar” a ninguém? Vamos então abrir os zoológicos, e prender nas celas os humanos visitantes? Vamos demolir as cidades, reflorestar tudo novamente, deixando em paz e liberdade as bestas? Mas eu pergunto: a quem interessa processos como este?

Percebam, a Sandra não tem salário, nem pode contratar um advogado, então alguém deve estar pagando este valente defensor das causas alimárias? De fato, existem mil e uma Ongs, entidades, associações, asilos, creches, clinicas e toda uma estrutura gigantesca montada em torno da defesa de animais que não têm como pagar a conta! Quem financia estes valentes? No fundo somos nós todos, como nossos impostos.

Tudo isso é feito dirigido e conduzido deliberadamente pela grande fera, que visa fazer com que as pessoas se desviem do trato dos seres humanos, porque desejam diminuir as populações e isso através de mil artifícios. Porque enquanto as pessoas se dedicam a cuidar dos animais, deixam de cuidar da própria raça. E toda a imensa fortuna que mundialmente hoje se investe na defesa e no cuidado com os animais, vai penalizar a saúde pública humana, onde morrem milhares nas filas de espera por um tratamento. Mas não há fila de espera nas clínicas veterinárias, que crescem em medida exponencial na medida em que os hospitais falem.

Eu pessoalmente sou contra todo tipo de prisão aos animais, seja nas casas seja nos zoológicos, seja nos viveiros, seja nos aquários, nas gaiolas, ressalvados aqueles cuja criação se destina a alimentação humana. Quando bem jovem eu gostava de prender pássaros, como urus, rolas e inhambus, e os tratava bem. Mas na medida em que via eles se batendo, pelando a cabeça de tanto tentar sair pelos buracos e gretas ou telas, fui perdendo a vontade de manter este “hobby”, e acabei com o viveiro.

O que percebi? O que mais me fez mudar? Percebi que o uru macho simplesmente pegava as minhocas e as oferecia a fêmea e ele não comia mais e morria seco em pouco tempo. Também o trinca-ferro! E se eu os soltasse, percebi que perdem a capacidade de coletar alimento. Então deixemos os animais livres na mata! Inclusive a digníssima Dona Sandra, mas que a mandem para as selvas de Bornéu ou Sumatra, onde vivem os seus ancestrais.

Enfim, o que temo é que processos como estes se alastrem, e se já não temos uma justiça ágil para atender os processos dos animais do gênero humano, Deus nos livre do caos que virá se começarem ali a espocar os processos em busca de “habeas corpus”, em atenção à soltura dos símios! Tudo isso é uma é uma prova de irracionalidade e desvio comportamental, que é conduzido asquerosamente pelos demolidores da raça humana, não com vistas ao seu bem estar, mas exatamente visando a sua destruição.

Quando a humanidade cair em si, será tarde demais! E só pergunto a esta Justiça da Argentina: E quanto aos milhões de seres humanos que estão presos, e tantos injustamente? (Aarão)

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