Igreja e pena de morte!

pena de morte

Não se faz a remissão do pecado, sem a efusão de sangue (Hb 9, 22)

“A delegação da Santa Sé se une ao crescente número de Estados que apoiam a quinta resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas, pedindo uma moratória global sobre o uso da pena de morte. Entre a opinião pública é cada vez maior o apoio às diversas medidas para abolir a pena de morte e suspender a sua aplicação. E esta delegação espera que este dado impulsione aos Estados que ainda aplicam a pena de morte a avançar até a sua abolição” ( Arcebispo Silvano Tomasi, na XXVIII Seção do Conselhos dos Direitos Humanos, em 4 de março de 2015)

Diz a Escritura: Segundo a Lei, quase todas as coisas precisam ser purificadas com sangue, e não se faz a remissão do pecado, sem efusão de Sangue (Hb 9, 22)

Ora, onde a pena de morte tenha sido abolida a sociedade destila sangue por todos os poros. Sem o Sangue derramado pelo Redentor, sem a pena de morte imposta a Ele pelos romanos, não se haveria extinguido nunca a dívida do pecado original, que Adão contraiu para todo o gênero humano.

Jesus é o novo Adão, que outorga a todo o Gênero humano a graça em Sua natureza humana. Adão, com o seu pecado, ofereceu ao gênero humano o pecado, em seu próprio ser. Cristo, com Seu Sangue, expiou o pecado de Adão. Cristo expiou todos os pecados pessoais de todos os homens.

Porém a graça é um merecimento: é necessário unir-se ao Sacrifício de Cristo, ao Sangue que Ele derramou para expiar o pecado. Os pecados dos homens legitimam a necessidade e a conveniência da pena de morte. Certos pecados somente podem ser reparados com sangue. Abolir então a pena de morte, em nome de uma pátria comum, de uma falsa paz, de uma fraternidade universal é colocar tudo na maior desordem e desconserto.

Somente com sangue, o homem voltará para Deus, e volta ao cumprimento das Leis divinas. Suprimir a pena de morte, nos delitos que atacam a segurança do estado e dos cidadãos é uma inconsequência monstruosa. É assim que homem corre em direção a uma Guerra Mundial, buscando uma paz que não existe.

Eles desejam suprimir a pena de morte porque negam o delito político. E negando isso se consegue apenas um estado falível: não existe uma lei humana, uma lei que o estado possa seguir. Como isso se criam leia abomináveis, dignas de condenação, e todo mundo as cumpre exatamente porque são abomináveis. Se obtém com isso um Estado com lei iníquas, leis que nascem, precisamente indo contra a Lei de Deus. E todos cumprem a estas leia abomináveis, sem cometer qualquer delito. E então, aqueles que não as cumprem são tachados de loucos e de dementes.

Negar uma Lei Divina, para afirmar uma lei humana é o mesmo afirmar que afirmar um delito e negar o pecado. Nega-se a Deus, porém se afirma uma forma iníqua de governo. Afirma-se aquilo que se nega: a iniquidade. Se não existem delitos políticos, então não há pena de morte! Porém, sim, existem delitos políticos. E as pessoas pecam até poder seguir uma lei iníqua. Vivem, então, um delito político. Então não castigam porque se nega o delito político. A negação de Deus e de Sua Lei é a negação dos governos em si mesmos. Um governo que não castiga o delito nega a si mesmo, se suprime a si mesmo. Porque, de modo inevitável, surge disso a revolução, a guerra, as lutas. E são estas revoltas o que restaram na lógica da verdade.

Sem sangue é impossível expiar os pecados. Impossível então que, o homem ou uma sociedade se purifiquem. Aqueles que buscam a paz numa linguagem humana estão buscando é a guerra. A paz se conquista como fruto de um coração purificado. E até que o coração do homem não se purifique dos seus pecados, com sofrimento, com sangue, não é possível nem a ordem nem a paz. A paz é como uma ordem divina no coração do homem. É uma ordem na Verdade. Se se afasta a verdade, que é cumprir a Lei de Deus, se afasta a ordem e a paz.

O ateísmo da lei de Deus, melhor dizendo, a secularização completa do Estado e da lei é furto somente do afastamento do homem de Deus, que o leva a abolir tal penalidade. Isso conduz a teorias frouxas em que se abre a mão dos castigos que são devidos aos criminosos. E estas teorias surgem da mão da decadência religiosa. Onde o poder religioso afrouxa a sua mão e não castiga, também o poder político faz a sua parte. Se não existem excomunhões na Igreja, tampouco existe a pena de morte nos Estados.

Os criminosos, ao invés de serem levados à pena de morte, para que expiem os seus pecados e o mal que causam à sociedade seja afastado, são tidos por objeto de lástima. O horror dos seus pecados se torna a causa da compaixão dos homens. O muito que se faz é chama-los de loucos e interná-los num manicômio. Mas então deixam de ser criminosos! Já nem são pecadores, mas vítimas da sociedade. Já não precisam expiar com o seu sangue, com seus sofrimentos. E são encerrados em casas onde muitas vezes vivem mais comodamente do que muitas pessoas. Vivem então sem expiar os seus pecados, com uma penitência que não os purifica de sua maldade. E saem do manicômio ainda piores do que nele entraram. E chegará o dia em estes criminosos se tornam os dirigentes dos governos, e então já não haverá mais crimes, nem se seguirá mais a verdade nem se permanecerá na verdade.

Que é Bergóglio senão um destruidor espiritual? Entretanto aí o têm: Na Cúpula! Governando. E quem são os que pagam! Os inocentes, os que cumprem com o Dogma, com a Tradição, com o Magistério da Igreja!

Se a Igreja Católica tem sido capaz de colocar em seu Trono mais sagrado a um homem assim, que não farão os governos do mundo? E que tipo de criminoso eles não colocarão como seus chefes?

Bergóglio merece a excomunhão: esta seria a pena de morte para ele! E somente assim este homem se poderia salvar de sua maldade. Porém isso, nem se pensa que virá a acontecer!

O que se faz é negar que Bergóglio cometa delitos contra Deus, contra a Igreja e contra a sociedade. E negando isso, se autoriza a Bergóglio a seguir em seus pecados, em suas heresias, em sua apostasia da fé. Se se nega a Lei Divina, que ensina que Bergóglio é um herege, se confirma a lei humana. Seguem então a este herege como Papa, obedecem a um herege como Papa. E assim confirma o delito da heresia. Se institucionaliza a heresia. E ao mesmo tempo se nega o pecado: então todos podem ser hereges, cismáticos e apóstatas da fé.

Este é o absurdo em que vive toda a Igreja, o que a leva, de modo inevitável a uma revolta, a um cisma interior, a uma grande divisão, da qual só pode resultar o martírio de sangue. Sem derramamento de sangue não se poderá expiar o que acontece hoje na Igreja, o grande pecado que acontece hoje no seio da Igreja.

E a quantos tem sido dado acreditar que a terra se pode converter num paraíso? Mas é isso o que prega Bergóglio! Porém, quantos mais – e aqui é preciso incluir quase toda a hierarquia – têm feito acreditar a todo mundo que a terra poderá vir a se tornar um paraíso, sem derramamento de sangue, sem sofrimentos e sem uma grande purificação e sem penitência? A Igreja tem deixado a penitência no esquecimento! Tem feito cair no olvido o sofrimento e a morte de Cristo. Tem deixado de lado a obra redentora de Cristo, pondo-se a lutar por um falso paraíso aqui na terra.

É por isso que Bergóglio luta: por seus pobres, seus anciãos, seus enfermos, suas escolas, seu dinheiro, seu bem estar comum! Porém não luta pela salvação das almas! Não dá a elas o alimento que salva: a dor, a penitência, o Purgatório, o Inferno! E muitos católicos acreditam nele! Vivem nesta ilusão, neste sonho de ter um papa que somente vive de emoções, de sentimentos, dos prazeres da vida. E quando esta ilusão atinge a todos, não somente a uns poucos, vem então a revolta, o sangue, o martírio! É para isso que Bergóglio está levando a Igreja. Ele está pregando uma ilusão e todos estão acreditando. Necessariamente é preciso que brote sangue até das rochas duras. Não se pode aspirar a uma felicidade impossível, sem viver a infelicidade, sem sentir a perda da pouca felicidade que se pode alcançar.

Todos se dizem felizes com Bergóglio: mas irão perder em breve esta felicidade! Vão perdê-la de todo! Porque não se pode colocar um herege governando a Igreja. Não se pode manter um herege no governo da Igreja, achando que nada está acontecendo. Quando está acontecendo muita coisa! A quem Bergóglio chama de loucos?

“Existem sacerdotes e bispos que falam de uma “reforma da reforma”. “Alguns são santos, e falam de boa fé. Porém este é um erro. Alguns bispos aceitaram seminaristas “tradicionalistas”, que mais tarde foram expulsos de outras dioceses, sem fazer averiguações sobre eles, porque “pareciam muito bons e devotos”. Mas depois de sua ordenação se descobriu que tinham “transtornos psicológicos e defeitos morais”. Esta não é uma prática habitual, porém acontece com frequência nestes ambientes, e ordenar sacerdotes deste tipo é como hipotecar a Igreja. O problema, no fundo é que às vezes os bispos se sentem agoniados pela cruciante necessidade de padres em suas dioceses. Em razão disso, não usam de suficiente discernimento sobre os candidatos, e que alguns deles podem ocular certos desequilíbrios, que mais tarde se manifestam na liturgia. “Por causa disso a Congregação para os Bispos tem sido obrigada a intervir em três casos, assim como de tantos outros bispos, se bem que nenhum na Itália”.

Percebam é aos verdadeiros católicos que ele chama de loucos! E a todos simpatizam e que seguem a Sagrada Liturgia, e que são muitos! É aos inocentes que ele persegue! Somente os seminaristas da Tradição é que teriam “transtornos psicológicos e defeitos morais”? Observem que ele quer atingir a Tradição! Diz que são estes que hipotecam a Igreja! É somente nestes ambientes que acontecem tais maldades! Observam a sua malignidade? Somente nos ambientes tradicionais, diz ele é que acontecem transtornos psicológicos e defeitos morais. Nos demais ambientes isso não acontece! São todos santos pecadores! Não são loucos nem têm pecados. Não têm defeitos morais! E somente na Tradição é que existem os que ocultam seus desequilíbrios que depois se manifestam na liturgia. E não somente na liturgia como em tudo o mais. Perceberam a demência deste homem? Como ele ataca sutilmente aos Verdadeiros Católicos?

Quem são os culpados pelo que acontece hoje na Igreja? Para ele, são os que seguem a Doutrina Tradicional! São os que cumprem os Dogmas! São os que se aferram aos ensinamentos dos Papas. E são só estes os que hipotecam a Igreja!

E agora vem o terror: a Congregação para os Bispos está intervindo neste sentido. Então todo aquele que demonstre uma preferência pela Missa Tradicional, a de Sempre é um louco, destinado ao manicômio.

Bento XVI deu luz verde para celebrar a Missa segundo os textos litúrgicos preparados em 1962 por João XXIII. E o fez por que? Em primeiro lugar porque existe o temos de se menospreze a Autoridade do Concílio Vaticano II, de que uma das suas decisões essenciais – a reforma litúrgica – fosse posta em dúvida. Em segundo lugar porque muitas pessoas que aceitavam claramente o caráter vinculante do Concílio Vaticano II e que eram fieis ao Papa e aos Bispos desejavam, não obstante reencontrar a forma, querida por eles, da Sagrada Liturgia.

O Papa Bento XVI editou este Motu para a Igreja: Os sumos pontífices têm se preocupado constantemente até os nossos dias de que a Igreja de Cristo oferecesse à Divina Majestade um culto digno de louvor e Glória ao Seu Nome, e para o bem de toda a Santa Igreja. Então a missão de todo Papa é continuar a obra do anterior. E isso foi o que fez Bento XVI ao se preocupar com aquilo que é o mais importante na Igreja, que é o culto a Deus que se dá na Santa Missa.

Mas Bergóglio o primeiro que fez mais do que ocupar o Trono foi atacar a Santa Missa? Atacar aos que cumpriam o Motu Próprio de Bento XVI. Para ele os inocentes é que são culpados! Tem que persegui-los. Tem que anulá-los! Tem que chama-los de loucos, degenerados, dementes! Este é o regime do terror que tem sido iniciado com Bergóglio e que conduzirá ao sangue.

Se a Igreja desejar permanecer na Verdade do que ela é, precisa do martírio de muitos para expiar os pecados de toda esta hierarquia, que tem posto na frente da Igreja a um herege como seu papa. Sem haver o derramamento de sangue, não se poderá expiar este pecado, que é um pecado da cabeça. Por isso é que Bento XVI irá ao martírio conforme profetizado em Fátima. É preciso reparar este pecado de renúncia com o sangue. Este pecado que colocou a Igreja nas mãos de um herege que a está destroçando.

Existem pecados que necessitam da pena de morte. Quanto maior a dignidade da pessoa, seu pecado é também maior diante de Deus, e também seu castigo. E a toda esta hierarquia virá um castigo do Céu: se eles se quiserem salvar, devem sofrer. As muitas teologias que eles têm não os livram do seu pecado. Não poderá se salvar apenas pela sua teologia. E mesmo conhecendo a heresia deste homem, seguem mantendo-o no posto. O seguem obedecendo a um como seu Papa.

Mas precisarão demonstrar que amam a Verdade com o sangue, não com a teologia.

Fonte: josephmaryam.wordpress.com

COMENTÁRIO ARNALDO – www.recadosaarao.com.br

Falar em pena de morte é sempre um assunto delicado, isso porque parece ferir os instintos de pessoas que se dizem delicadas e se horrorizam com esta possibilidade. Mas antes de tudo devemos saber que a nossa Santa Igreja Católica, no Catecismo, assim diz em seu item 2267 >“A defesa do bem comum da sociedade exige colocar o agressor num estado de não poder causar dano. Por este motivo, o ensino tradicional da Igreja reconhece que é justo o fundamento do direito e o dever da autoridade legítima aplicar penas proporcionais à gravidade do delito, sem excluir, em casos de extrema gravidade, o recurso à pena de morte.

A Igreja sempre sábia aprova então que, em casos extremos, o Estado tenha não somente o direito, mas também a obrigação de eliminar da sociedade todos aqueles que cometem delitos de gravidade extrema, os quais devem ser, naturalmente, expressos em lei, nada pode ser arbitrário. Alguém dirá que muitos condenados a pena de morte o foram de forma injusta e se viu mais tarde que eram inocentes, mas devemos antes nos lembrar de Jesus que foi o Inocente Maior, aquele que pagou por nós todos. É a isso que os padres do artigo acima se referem. Não foi a prisão de Jesus que nos remiu, mas seu Sangue derramado na Cruz! Acaso não está escrito> convém que um só morra, para dar vida aos outros?

Eu fico pasmo em ver pessoas se exaltando quando Sadam Husseim foi enforcado, um sanguinário do mais elevado calibre, uma criatura torpe da mais nefanda crueldade, um celerado, que tinha verdadeiro prazer em matar e em torturar os católicos, mesmo tendo pleno conhecimento de que, exatamente estes, eram os seus melhores cidadãos, os mais pacíficos, obedientes, cumpridores das leis e pagadores de impostos. Mas os matava e se deliciava com isso. Tinha que colocar ele na cadeia, com todas as mordomias? Apenas isso não sanaria a dívida dele para com seu povo. O que os padres acima afirmam é isso: nestes casos extremos somente se extingue a dívida se lavada em sangue, porque enquanto preso, a memória dos crimes dele permanece. Se Sadam ainda estivesse vivo e preso, todos ainda estariam falando dele, mas com sua morte, também a saga dele desaparece aos poucos. Fica apenas a memória do crime, não o criminoso.

Suponhamos o caso de um serial kiler, um assassino em série, que mata dezenas de mulheres, estupra depois de morta, ou que viola cadáveres, entre outras torpezas. Temos no Brasil casos assim. Um sujeito mata mais de 20 pessoas, e sendo ainda jovem, pega, primeiro 30 anos de cadeia. Sai da cadeia e comete o mesmo crime. O que se faz com ele? O mesmo se diz de um criminoso torpe como Fernandinho Beira Mar, com o qual o estado já gastou milhões para mantê-lo preso incomunicável? Nestes casos, estando ele a comandar o crime de dentro da cadeia, que se faz? Dá mais chances a ele? Recuperação? Impossível! A única forma de quitar as dívidas dele e apagar seu nome é eliminando-o do meio da sociedade. Então a Igreja é quem diz: pena de morte! Que o Estado a execute!

Tivemos recentemente o caso dos traficantes brasileiros que foram fuzilados na Indonésia. Eles sabiam dos riscos! Este é um exemplo clássico, as drogas, onde existem milhares de casos. Em entrevista antes de morrer um deles disse que a vida inteira havia sido traficante e que não se arrependia do que tinha feito. Um traficante é sempre hediondo, porque destrói famílias, arrebenta com a sociedade. Por que na Indonésia e Singapura a tolerância é zero e a pena de morte ao traficante é irreversível? Porque o mal que eles causam a todos é irreparável com a simples prisão: para estes então, o sangue é a única forma de eliminar a conta dos seus crimes. Não há como recuperar esta gente! Se tivessem fugido, continuariam traficando! Acaso as famílias destruídas pelos traficantes esquecerão tais crimes, enquanto eles estiverem presos? Jamais! Mas se forem eliminados da sociedade, fica o ar menos empestado e fedorento, de modo que a memória deles se apaga.

E se pergunta: o atual sistema prisional do Brasil resolve? Faz um tempo li uma matéria dizendo que apenas no Estado de São Paulo havia 80 mil encarcerados, em presídios super lotados, havendo entretanto mais 120 mil mandados de prisão já expedidos e não cumpridos, por falta de lugar nas cadeias. E pergunto mais: adiantará ao Estado de São Paulo construir mais cadeias para cumprir dos mandatos de prisão já expedidos? Será a solução para a sociedade, sustentar sem trabalho apenas num Estado da Federação, diariamente a 200 mil pessoas? E seria justo manter tais homens e espeluncas como se vê nas superlotações de presídios? Não seria isso outra pena de morte? Onde já se viu que cadeia recupera bandido? Lá têm é tempo de sobra para tramar mais crimes!

Não, não se está falando em pena de morte para todos eles, e fiquemos apenas na questão de uma Igreja que se envolve neste assunto. O que compete à Verdadeira Igreja de Cristo? Compete a ela erigir templos e neles por confessionários com grades. Compete à Verdadeira Igreja formar legiões de sacerdotes santos, que levem o povo à santidade. Compete à Igreja cuidar dos assuntos de Deus, e Ele tratará de cuidar dos assuntos dos católicos. E num mundo povoado de católicos santos não se precisará mais de prisões. Então, os celerados, os que romperem esta barreira da santidade de vida, os réprobos que ultrapassarem os limites do aceitável, a pena de morte é a solução sim, para que se cumpram tanto a justiça humana, quanto a divina. Para que se extirpe em definitivo o câncer da sociedade, para o bem definitivo de todos.

Ou seja: enquanto nossa Igreja se imiscui em assuntos que não lhe dizem respeito, se esquece do principal. Ao invés de ela buscar “primeiro o reino de Deus e a Sua Justiça”, ela busca meter-se à cata “do resto” aquele que nos seria “dado por acréscimo”, caso cumpríssemos o primeiro mandamento. A igreja não cumpre nem mesmo o mais elementar, e quer avançar sobre os mandamentos dos homens, quando isso compete apenas aos católicos bem formados, bem catequisados. Se a Igreja estivesse bem, se seguisse com toda fidelidade os Mandamentos, jamais haveria um país como nosso Brasil com mais de 550 mil presos. Ou os Estados Unidos têm 2,24 milhões.

Eis o tamanho do desastre: segundo se pode pesquisar no google, no mundo a conta pode passar de 10 milhões de prisioneiros, com imensas levas deles aguardando julgamento, inquéritos intermináveis, morosidade espantosa da justiça, e mais injustiças que justiça de fato. Sinal de que o caminho não é este, mas de longo prazo, voltar a humanidade para Deus, para os Mandamentos de Deus, para a Justiça de Deus, para a Verdade de Deus, para os caminhos de Deus, e somente assim haverá a paz. Em Deus, com Deus e por Deus! Tudo o mais é mero subterfúgio, é remendo que não resolve, apenas adia e assim amplia o problema. Sim ainda agora é este o único caminho, que se cumprido, nunca mais se falará em pena de morte, e se ela for necessária para alguém, todos concordarão que será justa. Não existe outra missão para a Igreja, nem outra forma de acabar com a corrupção, dentro e fora dela.

Consta pelas notícias dos últimos dias, que por interferência da Igreja, no Brasil podem ser soltos nos próximos dias mais de 40 mil prisioneiros, que voltarão para a sua vida civil. Digamos que pode haver muita justiça nisso, que existam mesmo muitos, talvez milhares de casos injustos, de pequenos delitos, e assim além do alívio nas prisões superlotadas, e do custo do estado em mantê-los, se faz certa justiça. Mas daqui se pode tirar um exemplo de como poderia ser justa a pena de morte. Falo daqueles que, tendo cometido um crime, e tendo caído nas malhas da justiça humana e provado o gosto amargo da prisão, sofrido a privação da liberdade, e que voltem a cometer o mesmo delito. Neste caso, volta para a cadeia ou vai para cadeira elétrica?

Assim, vemos que é cinismo puro deles, ao se constatar que, estas mesmas pessoas que criticam a pena de morte para os facínoras, os irrecuperáveis, não levantam um dedo contra os mais de 65 milhões de assassinatos, que ocorrem todos os anos, pelo crime do hediondo do aborto, crime de lesa-a-Deus e que já forma rios de sangue, neste que é o maior culto aos demônios que se pode dar. De fato, Lúcifer pediu isso a Deus e lhe foi concedido, melhor, os homens lhe concederam este culto. Mas não vemos a mesma ênfase do Vaticano em lutar contra esta causa, antes dizem: quem sou eu para julgar uma mulher que aborta! Ou ainda: a Igreja não deve ficar voltada somente para a questão do aborto de o homossexualismo!

Ora se a Igreja tem um Catecismo, que é dogmático por si só, então nem os padres, nem os bispos, nem o Papa podem pregar contra o que ali está escrito e claramente definido. Temos no Brasil exemplos claros de bandidos irrecuperáveis, com os quais a sociedade tem gastado fortunas mantendo-os no cárcere. E se há casos de prisões injustas, há muito mais casos de prisioneiros que deveriam ter sido eliminados da sociedade. Para o bem de todos! E se pergunta: como será daqui a 10 ou 100 anos? Haverá quem feche as portas das prisões? Ou seja: ou a Igreja faz santos, ou se multiplicarão as prisões, não existe outra saída! E até lá, fim aos celerados!

Na sequência do artigo supra, dos sacerdotes do Lumen Mariae, eles mostram o contrassenso de Bergóglio em bater nos Tradicionalistas, com o cinismo espantoso de denunciar TRÊS casos de seminaristas da Tradição que no seu entender eram “loucos” o que é um número ridículo diante dos abissais estragos causados pelos seminaristas das Congregações e Diocesanos. Não somente por eles, mas pelos padres que ali se formam, ou se deformam. Clama aos céus por justiça uma declaração injusta como aquela acima destacada, porque qual o número de seminaristas de padres com problemas e desvios fora da Tradição? Falamos em 3 mil? Ou em 30 mil? Eu fico com este último, no mínimo! Ou seja: coa o mosquito e engole o camelo! Quer tapar o sol com uma rede de malhas!

Tivemos o caso da perseguição movida por ele contra o Bispo Dom Rogélio, de Ciudad de Leste no Paraguai, sob a pífia alegação de que ele “não se enquadrava com os outros bispos”. Mas, ó Céus, se o seminário dele tem mais seminaristas de que todos os outros seminários do país, quem está errado? Eu creio que aquele seminário dele é o maior do Mundo, o mais cheio de santas vocações! Com quem Dom Rogélio deveria se enquadrar? Com o falso bispo Lugo e seus comparsas, aquele celerado, com tantas mulheres e hordas de filhos? Aquele bandido deposto da presidência do país? Bem disse Dom Rogélio: quem pagará esta conta é o papa!

Estes são exemplos de um cinismo nefasto que raia ao descalabro. Nos últimos dias tem circulado na internet um discurso enaltecendo Bergóglio onde ele bate duro na corrupção, dizendo que ela fede. Eu perguntei a um meu amigo gaúcho, o seguinte: qual fede mais, aquele que corrompe a vida civil, ou aquele que corrompe a vida espiritual? De fato: Quem é mais pernicioso: aquele que rompe com a lei humana, ou aquele que rompe com a lei divina? Digam-me: qual é o maior corruptor? Aquele que deturpa o Código Civil, ou aquele que deturpa a Palavra de Deus? Que diz que o inferno é uma metáfora!… Que a Bíblia é muito antiga e precisa de reforma!…

E como dizem os padres acima: todos continuam seguindo e apoiando, quando não chegam ao abismo de quase derrubarem o papa, como aquelas monjas malucas que recentemente o atacaram. Querem tocar no santo! Querem o toque do milagreiro! Querem o toque do homem da mídia, do humilde dos pobres, do que se esbalda em aparecer em fotos, típico daqueles que desejam enganar o povo. Todo sacerdote que continua a apoiar 100% tudo o que vem do Vaticano, precisa de multidões de orações para que se converta e logo, e não desvie assim o seu rebanho para os mesmos erros e heresias que partem hoje do Vaticano. Jesus bem disse em recente mensagem a um confidente: Separem a Minha Igreja, daquela do Vaticano! Nada do que vem de lá hoje, vem de Jesus! Não passou pelo Céu antes! E não continuará passando enquanto este homem estiver na Cabeça.

Falando em milagreiro – bem que as profecias avisaram que este seria um sinal do falso – outra reportagem que fez estardalhaço nesta semana que passou, foi quanto a notícia de que o sangue de São Genaro, que se conserva num relicário desde por volta do ano 305 quando foi morto e que se liquefez nas mãos deste papa. Ora, a devoção a San Gennaro é conhecida no mundo inteiro pela liquefação do sangue do bispo mártir, que ocorre três vezes por ano, e sem o papa: no sábado que precede o 1º domingo de maio; no dia 19 de setembro que é a festa do Santo e em 16 de dezembro, aniversário da erupção do Vesúvio em 1631. Pelo que sei em apenas duas ocasiões nestes séculos o sangue não se liquefez, e o povo fica tenso, porque aqueles dois significaram anos de grandes catástrofes.

Entretanto alegam que a liquefação aconteceu pela primeira vez nas mãos de um papa – na verdade o mesmo já se deu com o Papa Pio IX – e se deve observar o que consideramos um sinal grave: desta vez não se liquefez de todo, mas somente em parte é sobre isso que se deve ter atenção. Seria um sinal para dom Bergóglio? Realmente consta que o Papa Pio IX era um verdadeiro herege, amante da maçonaria, que estava fazendo grande estrago na Igreja, mas depois se arrependeu e se converteu. Seria para isso o meio “milagre”? Para a conversão dele? Ou seria sinal de uma catástrofe iminente?

Terminando com o assunto inicial, tenham certeza absoluta, plena, completa, raza, irrevogável e irretratável de que, devido exatamente aos escândalos que hoje partem do Vaticano, muito em breve descerá o braço do Pai sobre esta sociedade corrompida. Que fede e muito! Tudo virá fortíssimo, fruto desta falsa igreja corrompida e fedida, e a grande “pena de morte” predita nas Sagradas Escrituras se fará sentir em todos os quadrantes deste planeta. A remodelagem do mundo não passa por colocar os que o corromperam a Igreja e o Mundo, apenas na cadeia e com mordomias, mas passa sim pela sua eliminação de todos da sociedade e da Igreja, como verdadeira praga, e somente a sua cota de sangue será capaz de aplacar a justiça divina. E de os salvar! Ou não existe o sangue do martírio?

E a Justiça do Pai só termina quando os que não vierem a se arrepender em tempo, estiverem sepultados no abismo eterno, onde haverá choro e ranger de dentes. Sim, senhor que se diz papa, este abismo existe, o castigo eterno existe, cuide de não negar isso diante do Juiz, quando chega a hora. Não é porque a falsa igreja nega o castigo eterno que ele deixará de existir. E podem remodelar a Bíblia dizendo o contrário, o fogo eterno continuará aceso e aguardando. Porque a mesma Bíblia avisa por Isaías que: “se sobrar 1/10 parte dos habitantes da terra, estes ainda serão purificados, como se purifica o ouro e a prata”, isso é no fogo da Justiça divina. Já fizeram as contas do sangue que será necessário para cumprir a Justiça e fazer restar estes poucos para a Nova Terra? Ou seja: para que haja verdadeira e definitiva paz é preciso que este mundo que se esvai seja lavado e purificado em sangue.

Enfim, existe sim o lugar dos que corrompem o mundo, e dos que corrompem a Palavra de Deus, caso não se arrependam e confessem sacramentalmente os seus erros. E podem ter certeza, além de ter fogo verdadeiro ali, também fede! E o lugar mais fedido é destinado aos que corromperam a Igreja, que insistem em macular a Esposa de Cristo! O único atenuante que lhes fica é que os corruptores na verdade dominam apenas a falsa igreja, a Verdadeira está fora disso: ela é imaculada e de origem celeste e está protegida pela Palavra: as portas do inferno não prevalecerão contra ela! Para a outra, os sepulcros fedidos do abismo eterno caso não se convertam! (Aarão)

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