Fraternidades de Sacerdotes em apoio ao matrimônio.

Ao concluir a segunda conferência internacional das Fraternidades do Clero Católico (grupos de sacerdotes de língüa inglesa que provêm de diversas dioceses do mundo), foi publicada uma declaração em defesa do matrimônio. A reunião, da qual participaram os cardeais Pell, Amato, Burke e o Arcebispo Di Noia, ocorreu em Roma, de 5 a 9 de janeiro.

Por Lnbq/InfoCatólica | Tradução: Fratres in Unum.com: « As Fraternidades Sacerdotais procedentes da Áustralia, Grã-Bretanha, Irlanda e Estados Unidos (…) afirmam a importância de se manter a disciplina tradicional da Igreja sobre a recepção dos sacramentos, e que a doutrina e a pastoral devem permanecer firme e inseparavelmente em harmonia ».

Na declaração final, fruto da reflexão das confraternidades e contribuição ao debate sinodal, é enfatizada também a “fidelidade indestrutível” ao ensinamento tradicional sobre o matrimônio e o verdadeiro significado da sexualidade humana «como proclamado na Palavra de Deus» e mantido «claramente no Magistério Ordinário e Universal da Igreja».

Essas fraternidades, que reúnem cerca de 1000 sacerdotes no mundo, mostram assim que estão bem arraigadas na fé e no magistério da Igreja, «dedicando-se a trabalhar para apresentar novamente a boa nova do matrimônio e da vida familiar em toda a sua plenitude e ajudar, com a compaixão do Senhor, aos que lutam para seguir o Evangelho em uma sociedade secular».

As intervenções dos cardeais foram muito acompanhadas pelos participantes do encontro romano. O Cardeal Amato falou da importância de que os sacerdotes se saibam identificar como filhos da Igreja, Pell enfatizou o papel da missão na relação com a necessidade de um claro e inequívoco testemunho de Cristo, enquanto que o Arcebispo Di Noia evidenciou a natureza e a missão específica do sacerdócio. O Cardeal Burke, na homilia da Santa Missa celebrada em São Pedro, ressaltou que «é necessário lutar todos os dias» tendo em conta os tempos «terrivelmente difíceis nos quais vivemos». A força para enfrentar os numerosos desafios, disse o cardeal patrono da Ordem de Malta, «provém exclusivamente da Santa Eucaristia, de nossa união com Cristo no sacrifício eucarístico».

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