Encontro das CEBs: até pai-de-santo e pajé…

  • Encontro das CEBs: até pai-de-santo e pajé… Data da Postagem: 9 jan 2014 | Autor: Mateus | Comentários: 1 comentário
  • Wayback Machine

    Previous capture

    As Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) parecem mesmo decididas a demolir a Igreja Católica até seus fundamentos (a “autodemolição” de que falava Paulo VI), e voltar aos ritos pagãos mais demoníacos.

    Em seu último Encontro, realizado em setembro, em Santa Maria (RS), condenaram veementemente a atuação dos missionários e colonizadores –– caluniados como “opressores” –– ao longo destes 500 anos pós-descoberta da América. E exaltaram as “divindades” dos índios (às quais estes freqüentemente ofereciam sacrificios humanos) e dos negros, bem como seus “costumes” pagãos, que muitas vezes comportavam infanticídio, antropofagia, etc.

    O documento final do Encontro afirma: “Os opressores diziam que nossos deuses eram falsos; nossos ritos, superstição; nossos mitos, heresia; nossos costumes, pecados”. E faz duras críticas à Santa Igreja: “As igrejas eram enfeitadas com o ouro retirado da terra com o preço de nosso sangue!” Que melhor destinação para o ouro do que enfeitar as igrejas, casas de Deus? O mais caro e precioso bálsamo não foi derramado nos pés de Jesus, com o agrado d’Ele? E o que significa “preço do nosso sangue”? Por acaso o sangue dos missionários e colonizadores não foi aqui largamente derramado para nos trazer a verdadeira religião de Jesus Cristo e a civilização?

    Numa das celebrações de encerramento, notam-se claramente sinais de diabolismo: “Em lugar de altares cheios de imagens sacras e adornos em ouro, apenas uma tosca cruz de madeira circundada por bandeiras dos movimentos sem-terra, negros, índios, mulheres e migrantes. Em substituição ao Bispo com o solidéu na cabeça, um pai-de-santo negro usando o gorro eketé. Como sacristão, um pajé sacudindo o seu chocalho. Em vez de hóstias distribuídas na patena, um grande pão sovado sobre um pano de prato. Na liturgia, saudações como axé”.

    O que talvez seja mais impressionante é que o Encontro contou com a presença de 98 Bispos e numeroso Clero (cfr. “Zero Hora”, Porto Alegre, 10-9-92). Pretendem unir-se ao PT e outros organismos para exigir mudanças.

    Uma estrela (decaída!) do Encontro das CEBs foi Leonardo Boff, cujo nome civil sabe-se agora: Genésio Darcy. O fato de ele ter abandonado publicamente a condição de frade franciscano parece não ter diminuído em nada a acolhida calorosa que recebe na esquerda católica. Confessou que, apesar do esforço desenvolvido pelas CEBs, “é difícil convencer o pobre de que ele é pobre por ser oprimido”. Ou seja, os pobres não têm a ideologia das CEBs, e estas procuram de todos os modos impingir a idéia de que eles são “oprimidos”, para pô-los em estado de revolta. É a famosa “conscientização”.

    O Pe. Beozzo, de Lins (SP), outro ativo participante do Encontro, acusou: “A Igreja sempre representou o colonialismo”. Já para Frei Betto, esse congresso foi “uma grande farra [festa?] do Espírito Santo”. O emprego do termo “farra” –– que, em sentido estrito, significa festa licenciosa, sinônimo de orgia –– vinculado ao Espírito Santo, é uma blasfêmia. A Terceira Pessoa da Santíssima Trindade teria animado os participantes da farra! O certo é que “houve muita música, danças e cantos, misturando o candomblé e a umbanda com a Bíblia”. Quanto ao “espírito” que por ali pairou, seguramente não foi a graça divina infundida mediante os dons do Espírito Santo, mas proveniente de Exu, o “deus” da macumba…

    Houve um compromisso de solidariedade “com as mulheres, inclusive no desejo de serem sacerdotizas”, e também com a “luta pela Reforma Agrária” (cfr. “Jornal do Brasil”, 14-9-92).

    Fonte: catolicismo.com.br

    Leia também…

    Deixe um comentário

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *