Em clima de falsa misericórdia, garoto da PUC Goiás é ameaçado de excomunhão

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Nota de Amor Mariano

A paz

Por meio desse artigo, solidarizamos com nosso irmão em Cristo, Marco Rossi, cujo mesmo, cumprindo seu dever de batizado, filho da Igreja Católica Apostólica Romana, indignou-se, manifestando publicamente sua posição contra tremenda apostasia que se alastra dentro da PUC, universidade CATÓLICA que deveria defender a sã doutrina da Igreja, mas ao contrário, permite em seu quadro de professores, incluindo o reitor, pessoas vinculadas ao partido comunista do PT.

Informo ainda, como administrador do site, a nossa posição de católicos tradicionais, ou seja, que percebemos o valor da Tradição da Igreja como um pilar da fé Católica. Sabemos que o Catolicismo tem 2000 anos de existência, e não apenas a idade do Concílio Vaticano II, e nem consideramos o mesmo concílio como um super dogma, onde esse teria demolido a fé da Igreja anterior a este, e criado uma nova Igreja posterior .Não, não e não. O concílio Vaticano II foi meramente pastoral, portanto não trouxe nenhuma mudança oficial, as que vieram podem, e outras devem serem ignoradas.

Nossa posição é de que a atitude de Marco foi acertada pois reclama um direito garantido pelo Código de Direito canônico que diz:

Outra ponderação é que: a maneira correta de agir é a de Marco, pois demonstra publicamente que sendo católico, conhecedor de sua fé, exige dos pastores uma postura adequada, ensinado a doutrina e não combatendo-a. Se todos agissem assim, com coragem, destemor e porque não, amor, nossa Igreja estaria caminhando mais próximo da verdade. O que acontece é que alguns se calam, pecando por omissão, e outros se rebelam vinculando a grupos dissidentes causando chagas no corpo místico de Cristo.

Abaixo segue artigo, retirado do site do Padre Marcelo Tenório, explicando a história dos fatos, onde nosso site já havia publicado o vídeo da manifestação de Marco Rossi, que pode ser visto aqui.

Mateus – www.amormariano.com.br

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Caríssimos, Salve Maria!

Colocamos aqui um pouco da polêmica envolvendo um estudante da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Marco Rossi. Numa conferência dentro da Instituição, o jovem se pronunciou contrário ao pensamento comum dos que estavam à mesa, sendo retirado em seguida.

É claro que jovem protesta como jovem. Rebeldia faz parte do jeito da juventude. Ou não há rebeldia nos jovens da PJ, abertamente contrários à doutrina da Igreja, ora pois!?

Diante disso, saiu uma nota assinada pelo Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Goiania, na qual condenava a atitude do estudante e ao mesmo tempo lembrava da possibilidade de uma excomunhão” Latae Sententiae” para o garoto, por provocar rupturas na Igreja.

Ora, ora, por que tanta polêmica neste caso? Apenas devido a um estudante que discordou do pensamento, considerado marxista por ele, dos demais pensadores desta instituição? Não é a Igreja a primeira a conclamar a liberdade de pensamento? Ou isso só vale quando o pensamento não vai contra à ideologia reinante?

Assisti o vídeo. Nele nada há contra a Fé Católica. Alguém poderia argumentar: ” mas agiu contra a unidade, quebrou a unidade, buscou ruptura, etc…e pode ser excomungado”. Isso aqui é querer forçar por demais uma Excomunhão deste nível?

Observem o vídeo e verão que, bem mais da argumentação do garoto, foi a agressão verbal e física dos opostos.

Leonardo Boff, por exemplo, recebeu alguma nota e ameaça parecida? Alguém já viu alguma PUC proibi-lo à entrada? Ou ele entrava pela porta da frente, com tapinhas nas costas dos reitores também pontifícios?…

Não sei se a PUC – mais católica do mundo- a de Goiás, já fez o que todos deveriam ter feito: barrar Leonardo Boff, mas pelo andar da carruagem, acredito que não.

Citei Boff, mas poderia citar uma infinitude de heresiarcas aplaudidos pelas PuCs emais PUCs

Querer dar um “cala-a-boca” num jovem estudante com ameaças de Excomunhão, nesse estilo é a mesma coisa que dizer a uma criacinha: ” não entre ali, pois há bicho papão!”. E o mais incrível, é que excomunhão, para muitos modernistas, trata-se de ferramentas ultrapassadas da Idade Média…Isso quer dizer que a guilhotina só tem valor do lado francês de ver o mundo?

Seria engraçado uma excomunhão como esta em tempos de enormes misericórdias Bergolianas…

Excomunhão não é virus que pega ‘automaticamente”. Há critérios para que seja Válida. Se foi verdade isso, pelo que vi, trata-se de Excomunhão Nula. Bento XVI anulou as excomunhões contra Mgr Lefebvre e Mgr de Castro Mayer.. Note-se que uma coisa é ANULAR outra é CANCELAR. Anulou simplesmente pq nunca existiu,por falta de critério canônico. No caso acima deve-se forçar bem o “critério canônico” para se ter linguiça do cachorro-quente..

Eu estive, várias vezes, em aulas e semanas teológicas com assessores da CNBB, todos contrários abertamente ao papa Bento XVI, todos! Um , entre eles, chegou a chamar o papa de ” Esse Pastor Alemão”!… Eu vi, eu estava lá. Não estou falando da CNBB como um todo, mas de seus assessores, sim.

Já que se preza tanto pela Unidade da Igreja, acredito que assessores assim jamais entrariam da PUC-Goiás.

Nunca vi tanta romanidade misturada com Buenosairismos.

Confira, abaixo

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O comunicado oficial

Em razão dos posicionamentos públicos de Marco Rossi Medeiros contra a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e vários irmãos no episcopado, bem como, recentemente, contra a Pontifícia Universidade Católica de Goiás, seu reitor, reitoria e corpo docente, no cumprimento da responsabilidade de nosso ministério, tornamos pública nossa reprovação a suas palavras, atitudes e métodos difamatórios, que intentam macular instituições, organizações e vidas de pessoas.

Em suas investidas, embora se declare católico, Marco Rossi Medeiros não fala e nem age em nome da Igreja Católica. Lembramos oportunamente que ao bispo da Igreja arquidiocesana – e somente a ele, dentro de sua circunscrição eclesiástica -, compete a responsabilidade canônica de promover e garantir a unidade e a retidão da doutrina e da fé. Somente do arcebispo é a competência para discernir, decidir, nomear, destituir e acompanhar o governo das instituições eclesiais da Arquidiocese de Goiânia.

Todo e qualquer católico que se outorga ilegítimos direitos de suscitar rupturas na unidade da Igreja, está por isso mesmo atentando contra a comunhão e se colocando fora dela ‘latae sententiae’.

Reiteramos nosso apoio, solidariedade e gratidão à PUC Goiás, ao reitor e à reitoria, aos gestores, professores e funcionários, pelo serviço e pelo bem que prestam à Educação Superior, à nossa querida Pontifícia Universidade Católica e à Arquidiocese de Goiânia.

No Ano da Misericórdia, oremos ardentemente pela paz e pela harmonia do povo brasileiro. Recusemos e reprovemos, com firmeza, qualquer prática acusatória e ofensiva que incite ao ódio e à divisão, na família, na Igreja e na sociedade.

No fiel discipulado missionário, unidos à paixão de Cristo, como Igreja, continuemos perseverantes, rumo ao Reino definitivo.

Rezemos por este irmão, para que seja tocado pela ação do Espírito Santo e tenha a proteção da Santa Mãe de Deus.

Dom Levi Bonatto, bispo auxiliar da Arquidiocese de Goiânia

Fonte: Esclarecimento Oficial

Goiânia,29 de Março de 2016, às 13h15.

Esclarecimento Oficial

Em razão das polêmicas envolvendo o Comunicado da Arquidiocese de Goiânia com relação ao Sr. Marco Rossi Medeiros, publicado nas plataformas digitais, esclarecemos:

Nosso objetivo é, antes de tudo, dirimir dúvidas de maneira fraterna e com o espírito da Páscoa que deve estar presente neste tempo litúrgico que estamos vivendo.

Diante do tom agressivo e difamatório do Sr. Marco Rossi Medeiros, a Arquidiocese, dentro das suas atribuições canônicas e administrativas, resolveu pronunciar-se, para o bem da verdade e para preservar pessoas envolvidas.

Com relação ao parágrafo que cita a excomunhão latae sententiae, tal texto foi citado devido à possibilidade de incorrer nela as pessoas que atentem contra a unidade da Igreja. O texto não é, de forma alguma, um decreto de excomunhão, portanto o Sr. Marco Rossi não está excomungado.

A contragosto nosso, no site e em rede social da Puc- Goiás, a postagemfeita pelo departamento de imprensa da Universidade apresentou uma conotação indesejada, não sendo percebido que o comunicado se tratava de um posicionamento e não de uma questão canônica.

A Arquidiocese de Goiânia reitera o seu posicionamento, lamenta a postura agressiva e radical do Sr. Marco Rossi Medeiros e espera que, com este esclarecimento, a paz volte a reinar em nosso meio e se reestabeleça a unidade, atendendo ao apelo do Santo Padre que diz que cada cristão é chamado a trabalhar pela unidade da Igreja sob a condução do Espírito Santo.

Não estamos contra ninguém, respeitamos, como mostra o histórico da Arquidiocese, todas as opiniões e posicionamentos políticos enquanto prática humana que leva ao bem comum.

Assessoria de Comunicação

Arquidiocese de Goiânia

Fonte:http://www.arquidiocesedegoiania.org.br/comunicacao/noticias/arquidiocese/destaques/2199-esclarecimento-oficial.html

Visto em : padremarcelotenorio.com

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