Ataque terrorista contra sede de revista deixa doze mortos em Paris

Mundo•Notícias3 anos atráspor Mateus3 ComentáriosEscrito por Mateus

Homens armados são vistos saindo de um carro e apontando armas a um carro da polícia perto do escritório da revista satírica Charlie Hebdo, em Paris (Foto: Anne Gelbard/AFP) – g1.globo.com

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Nota Amormariano:

Papa Francisco disse que o Alcorão é o livro da paz.

Veja a matéria no link: https://www.amormariano.com.br/videos/papa-francisco-diz-que-alcorao-e-o-livro-da-paz-enquanto-cristao-sao-queimados-vivos/

Não sei de onde ele, Francisco, retira tanta incoerência.

Vamos à matéria logo abaixo

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Homens dispararam contra a sede da revista francesa Charlie Hebdo aos gritos de “vingamos o profeta”. Dez pessoas ainda ficaram feridas

Dez jornalistas e dois policiais, morreram em um ataque à sede da revista satírica francesa Charlie Hebdo, nesta quarta-feira. Pelo menos dez pessoas estão feridas em estado grave, de acordo com o presidente francês François Holland. Entre as vítimas estão quatro cartunistas.

Segundo informações da polícia, três homens usaram fuzis de assalto e lança-foguetes e chegaram a gritar “vingamos o profeta”. Ao abandonar o prédio, os agressores atiraram contra um policial, atacaram um motorista e atropelaram um pedestre com um carro roubado. Eles ainda estão sendo procurados.

Renomados chargistas da revista morreram no ataque terrorista. O caricaturista Jean Cabut, conhecido pelos leitores pelo nome de Cabu, e Stéphane Charbonnier, editor do jornal, que usava o pseudônimo Charb, estão entre os mortos. Outros dois cartunistas Wolinski e Tignous também morreram.

O presidente francês convocou uma reunião de crise e se encaminhou para a sede da revista. Segundo Hollande, o ataque é o mais violento registrado na França em 40 anos. O país elevou ao máximo seu nível de alerta terrorista.

Revista foi atacada em 2011

A revista já havia sido atacada com coquetel Molotov em novembro de 2011, quando foi publicada a capa com a charge do profeta Maomé dizendo “Cem chibatadas se você não está morrendo de rir”. Na ocasião, não houve feridos e o site da revista ainda foi retirado do ar por hackers.

Depois do ataque, Charbonnier, editor da revista que foi morto nesta quarta-feira, chegou a dizer em uma entrevista à New Yorker que “Quando ativistas precisam de um pretexto para justificar sua violência, eles sempre encontram”.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2015/01/07/interna_internacional,605521/ataque-contra-sede-de-revista-deixa-onze-mortos-em-paris.shtml

COMENTÁRIO ARNALDO HAAS – www.recadosaarao.com.br

Sim, até onde vai a culpa ou a inocência dos que foram assassinados? Naturalmente que ninguém é a favor de atos selvagens como este. Mas também naturalmente que nenhuma pessoa de sã consciência pode isentar totalmente de culpa os editores desta revista satírica… E também satânica!

Outra pergunta é esta: até onde vai o direito à “liberdade de expressão”? A resposta é simples: vai até onde ela prejudica ou ofende o direito do outro. A charge é sem dúvida engraçada e pode servir de um veículo de correção, a satirização de um ato falho, mas em tese ela deve se ater somente aos homens e mulheres públicas.

No Brasil penso que nossa Constituição proíbe as charges que ofendem religiões e aqui entra um quesito que é cláusula pétrea: o foro íntimo! O direito de uma pessoa praticar livremente uma religião, lhe garante também o direito de ela não ser atacada naquilo que ofende a sua fé, particular ou coletivamente. É isso e ponto final!

Ora, os editores da revista já tinham recebido uma advertência em 2011, seu editor já tinha a cabeça a prêmio pelo mesmo motivo do ataque de agora, e sabiam perfeitamente que os extremistas muçulmanos não são como os pacifistas e mornos católicos: eles matam mesmo! Até porque o Alcorão em diversas passagens manda matar aos que discordam de sua religião. Dizem que Alá perdoa isso!

O incidente de 2011, já causou uma crise na França, exatamente por causa das mesmas ofensas. Ora, ontem, quando recebi uma extensa lista de charges demoníacas da mesma revista, algumas ofendendo o Islã, mas a maioria ofendendo a Igreja Católica, coisas repulsivas, blasfemas, contra a Santíssima Trindade, contra as nossas coisas mais sagradas, minha reação foi esta: mataram poucos!

Não, eu não aprovo este justiciamento de forma alguma. Mas diante daquelas blasfêmias não há como não se acender em intensa ira. E uma coisa é certa: estes que morreram, diretores e chargistas, já não estão neste mundo para mexer com a religião que as pessoas consideram como sagrada, porque o direito deles de criar tais imundícias, estaca quando ofende aquilo que outros têm por santo e puríssimo como é o nosso Deus.

De qualquer forma a França, e também outros países, podem esperar pela colheita: eles importaram as serpentes, agora que se virem com suas mordidas. Aceitaram em se território as vespas assassinas, então que não mecham com os seus ninhos. A Charlie Heddo fez isso, se não teve o que merecia, teve o que buscou. Qual é o criminoso maior, aquele que mata o corpo ou o que mata o espírito? Quem é maior culpado, aquele que mata ou o que provoca?

De fato, a revista ainda pode se considerar feliz, porque não colocaram fogo no prédio e quem sabe, havia pouca gente, porque com o armamento pesado que os terroristas tinham poderia ter morrido muito mais gente. Pena os policiais e os que nada tinham a ver com aquelas charges. O que me preocupa mesmo são as almas daqueles devassos, com suas criações repelentes e imundas. Só almas putrefatas produzem tais aberrações.

Termino dizendo: Europa inteira, prepare-se! Quem for católico, que mantenha a sua confissão em dia, pode vir a qualquer momento: o que os muçulmanos fizeram em Paris contra esta revista, logo se irá multiplicar por milhões e no continente inteiro. Não sou eu que digo: são as profecias que não calam e o ISIS que avisa! Preparem-se! Por hora parem com as charges! (Aarão)

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