Arcebispo, reitor e beijoqueiro – Amicíssimo de Francisco

Notícias•Vaticano3 anos atráspor Mateus2 ComentáriosEscrito por Mateus

Por Catapulta-Argentina | Tradução: Fratres in Unum.com – Victor Manuel Fernández, amigo pessoal de Bergoglio desde os tempos de Buenos Aires, não fora confirmado pela Congregação para a Educação Católica, em tempos de Bento XVI, como reitor da Universidade Católica da Argentina, por sua inexpressividade acadêmica e por alguma qualquer outra incerteza… Logo que foi eleito, Bergoglio confirmou-o na mesma Universidade, elevando-lhe à dignidade de arcebispo e também de seu ghost-writer, sendo o principal autor da Encíclica Evangelii Gaudium. “Tucho” é o apelido com o qual é chamado por Francisco.

Um furibundo leitor me noticia, em termos bastante soezes, um livro do Arcebispo “Tucho” Fernández, reitor da ex-Universidade, ex-Católica e ex-Argentina, “Cura-me com a tua boca – A arte de beijar” (original: Sáname con tu boca – El arte de besar), publicado em 1996 e apresentado pela Editora nestes termos:

“Nestas páginas, o autor destaca aimportância do beijo como sustento das relações, tanto amorosas como afetivas, ao mesmo tempo que ensina o leitor a beijar melhor”, acrescentando um comentário do próprio “Tucho”:

“Deixo claro que este livro não está escrito tanto a partir de minha própria experiência, mas a partir da vida das pessoas que beijam. E, nestas páginas, quero sintetizar o sentimento popular que as pessoas sentem quando pensam num beijo, o que experimentam os mortais quando beijam. Para isso, falei longamente com muitas pessoas que têm abundante experiência no tema e também com muitos jovens que aprendem a beijar de seu próprio modo. Além disso, consultei muitos livros, e quis morar como os poetas falam sobre o beijo. Deste modo, tentando sintetizar a imensa riqueza da vida, vieram à luz estas páginas a favor do beijo. Espero que lhe ajudem a beijar melhor, que lhe motivem a liberar o melhor do seu ser em um beijo”.

Como o licencioso livro está esgota, sugiro ao Arcebispo, Reitor e Osculador uma segunda edição, na qual:

1) Nos transmita “a sua própria experiência”;

2) Nos relate se em alguma delas recitou ao ouvido versos sobre beijos, e que classe de beijos recebeu e de quem;

3) nos detalhe se alguns beijos foram “liberadores” do “melhor do seu ser”;

4) e, o mais importante, o que aconteceu depois da liberação.

Pergunto-me o que esperam os professores da ex-Universidade Católica da Argentina — os poucos bons, que ainda sobrevivem —, para dar um golpe e mandar este perturbado ao esgoto. Em Roma, seu padrinho, Francisco, lhe brindará com um seguro refúgio.

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