A MULHER E A IGREJA

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Jesus nasceu e veio ao mundo, para dar sua vida pela nossa salvação. Para dar continuidade ao Seu projeto, depois de Sua morte na Cruz, ele fundou sua única Igreja, nos deixou como caminhos de salvação os sete Sacramentos, com ápice na Sagrada Eucaristia, através da qual Ele prometeu estar presente conosco, até o fim dos tempos. Sua ordem mais profunda para nós católicos, certamente foi esta: sejam um só, como o Pai e Eu, somos um. Peço para Nossa Senhora que me ajude neste texto espinhoso: a relação entre a Igreja a mulher… E o homem!Na realidade, grande parte da tarefa de manter esta Igreja viva e unida foi legada para a Grande Mulher, Maria, e para todas as mulheres que a seguem. A Igreja cresceu e floresceu nos primeiros anos simplesmente sobre os joelhos de Maria, ela é que em última palavra apoiava e ajudava a solucionar as primeiras grandes questões da Igreja nascente. A mulher nunca esteve fora da Igreja, como se pode pensar, e ao exemplo de Maria Santíssima, jamais esteve fadada a um lugar subalterno nela, bem ao contrário, Deus lhe confiou um lugar de destaque, exatamente na catequese. Enquanto a mulher se mantiver ativa, a Igreja estará viva e salva, porém se rejeitar a proposta de Deus, e tentar subverter a ordem das disposições divinas, a mulher colocará em risco a unidade da Santa Igreja, mormente se empreender uma rebelião coletiva. De fato, nossa Igreja não está mais una, exatamente por causa da rebelião da mulher. Um germe nocivo do feminismo satânico está aos poucos atacando a Igreja, e o estrago já está grande!Sim, há mais um fator de divisão no ar! Após Jesus, nos dois milênios que seguiram, na realidade perfeita, nós jamais cumprimos os desejos de unidade do Pai. Desde a Igreja nascente, até os nossos dias, o inimigo de Deus e das nossas almas, este, infiltrado em nosso meio, provocando a heresia, a divisão, a discórdia, a perseguição e a guerra. Milhares de hereges e heresias foram suscitados no decorrer dos tempos, e contra elas a parte fiel do rebanho lutou tenazmente, e venceu sempre, uma após outra, tremendas batalhas. Houve muitos heresiarcas homens, e também Santas mulheres foram suscitadas por Deus para combatê-los. Muito sangue regou a terra, sangue santo, milhões de mártires deram a vida pela Igreja, pela fé, pela doutrina, pela Eucaristia, e pela unidade, por tudo aquilo que temos de divino e sagrado, tesouros infinitos. Tesouros de eternidade! A frase de Jesus para nossa Igreja foi esta: o inferno jamais prevalecerá contra ela! Mas e se as heresiarcas forem certas modernas mulheres rebeldes, como agir?No artigo em questão eu levantei uma série de pontos que nos mostram a divisão, a separação já visível de dois grupos que se digladiam ferozmente: com Pedro, e contra Pedro! A Santa Igreja do Céu é UNA, contra a já não santa e falsa igreja do mundo. A Igreja de Jesus, contra a seita dos homens! Uma mentira gigantesca, que colocar para fora a verdade que encontra cada vez menos adeptos. Aquilo que é imutável e eterno, contra aquilo que é mutante, mas dizem ser moderno. Eis o satânico modernismo! Os Santos Padres definiram esta desgraça com a raiz de todos os males que hoje dilaceram a Igreja de Jesus. Ambos os lados agem dentro dela, cada um deles se dizendo a verdade, quando são absolutamente antagônicos. A Igreja verdade é UMA só e deve procurar o Céu como meta – porque nosso reino não é aqui – mas há uma falsa a corrupta igreja degenerada que procura o mundo, a igreja do homem. Já não é Jesus o centro, mas o homem e a mulher, pois são eles quem se divinizam se priorizam e se adoram.Que palavra poderia definir com precisão este estado de coisas: inconformismo, esta a palavra chave. O homem, diante do progresso da ciência, do avanço dos conhecimentos, vendo a possibilidade do clone, vendo o homem pisando em astros distantes, criando imensos e destruidores exércitos e acumulando riquezas sem fim, passou a colocar em si mesmo a fonte dos poderes, e com isso acendeu na alma a mesma centelha de Lúcifer que os anjos maus acenderam um dia: a fogueira da rebeldia, que leva à desobediência, que produz a divisão e a discórdia. Iluminado pelas falsas luzes do inimigo, o homem achou que poderia dispensar Deus, que não precisa mais Dele, porque já tem maturidade, forças e poderes suficientes para reger seus destinos. O homem – e agora também a mulher – querem se libertar dos mandamentos de Deus, para erigirem outra igreja, humana e separada do Criador.Sim, o inconformismo! Vejam a humanidade de hoje! Narcisistas ao extremo, imensas são as levas de povos não se conformam com o que são pessoalmente e nem com o que possuem. Na área do ter, com a rapidez furiosa dos meios de produção e a criação de novidades, a disputa por possuir o aparelho da moda – o top de linha – faz com que milhões de tolos alucinados gastem o que não possuem, para gozar alguns minutos da “felicidade” de ter o “melhor”, o mais rápido, o mais bonito, o mais versátil. E formam-se diariamente montanhas assombrosas de lixo eletrônico, de sucata, tantas vezes com material de perfeito uso, apenas não mais da moda, ou do topo da linha. E assim vai com o automóvel, com a roupa, com o calçado e o vestido, num desperdício infame, parte de um criminoso processo de disputas insanas. Quando na rapidez das trocas, há tecnologias novas de minuto a minuto!Na área do ser, os corpos pintados, cheios de tatuagens, enfiados em milhares de ferros, brincos, colares, e até com mutilações asquerosas, repugnantes e aterradoras, fazem daqueles que deveriam ser seres humanos, em nada mais que aberrantes espantalhos em plantações de alpiste. As mulheres em suas plásticas sem conta, uma atrás da outra, hora aumentam, ora diminuem os seios, ora aumentam ora diminuem as nádegas, ora acrescentam ora repuxam as peles do corpo, sempre eternamente inconformadas com as perfeições sem conta que Deus nelas colocou, para serem as mais belas representantes da maravilhosa criação divina. Tudo isso caminha para um desastre aterrador, porque o homem tem tocado em partes que não lhe competem, e quebrando o ciclo da perfeição, resta o caos.Vamos adiante com a mulher e a Igreja de Cristo. Quero antes de tudo levar uma palavra de louvor para as santas mulheres deste mundo, heroínas verdadeiras e joias finas do melhor quilate. Refiro-me as santas mulheres dos seus lares, às donas de casa, esposas presentes de fato, mães de família presentes, mães ciosas junto de seus filhos e presentes, momento a momento, desde o dia da feliz concepção até o tremendo momento da morte. Mães nos moldes pretendidos por Deus! Mães geradoras da vida, e formadoras das personalidades. Mães que são o sustentáculo moral dos lares, e valentes mantenedoras da fé. Mães que não trocam jamais a missão divina que lhes compete, em troca da disputa por cargos com os homens, em troca da independência financeira, da falsa liberdade que o mundo lhes promete, mas mente. Mães humildes, que não acham de forma alguma degradante a missão de cuidar das lides domésticas, esposo e filhos porque sabem que dali mesmo elas cuidam do mundo. E o comandam!Nós sabemos que o inimigo odeia de morte todas as mulheres, mas acima de tudo às Mulheres maiúsculas que apontei acima. Sabemos que ele faz de tudo para depreciá-las, rebaixá-las e mesmo destruí-las, porque as considera inferiores, e porque têm em Maria o seu modelo. Ora a mais perfeita de todas as criaturas jamais criadas por Deus foi uma Mulher, e Sua obra de perfeição não poderia extinguir-se naquela que foi feita Mãe de Deus, se não se estendesse a todas as mulheres da terra. Fantástica aposta de Deus: por uma mulher entrou o pecado no mundo, por outra Mulher virá o Salvador. Pode-se dizer que missão mais sublime e mais necessária dentro do plano de resgate das almas foi confiada à mulher, como discípula de Maria. Não existe então poder humano, nem homem algum que a poderá suplantar em perfeição. Nem existe, homem ou demônio que a poderá destruir! Quem então, dentre os seres criados pode destruir este ser tão cheio de dons? Somente ela mesma, por livre decisão! Por livre arbítrio!Pois neste momento eu pergunto, para que cada um possa discernir: qual é mais terrível, o fato de o mundo rebaixar a mulher, ou o fato de ela rebaixar-se a si mesma? A culpa é do mundo que comercializa a mulher que é vendida como produto de consumo, e abundante – portanto depreciado e cada vez com menos valor – ou é culpa da própria mulher que aceita e gosta disso? Sim da mulher que se vende pelos atrativos físicos, se prostitui com seus trajes provocantes, se apresenta como fêmea e não mais como sustentáculo da moral cristã, e que cada vez mais aceita justificativas mundanas para mais se expor como mercadoria comum e barata! É por acaso o demônio o culpado deste desastre? É o homem que a rebaixa? Infelizmente a resposta é que grande parte das mulheres aceitou o jogo do diabo, que hoje as odeia, mais ainda e acima de tudo, porque elas tendo tudo para alçarem o topo, deixaram-se enganar, reduzindo-se ao mínimo. Em nome de uma falsa liberdade, que as tornou escravas de três turnos!Deus criou o homem e dele tirou a mulher, carne de sua carne, sangue de seu sangue. Eva foi tirada de Adão e esta não é uma linguagem figurativa, mas real, física e proposital. Deus não os criou para ser um superior ao outro, mas para os dois serem um só, em igualdade de direitos, sim, resguardados os dons particulares e as condições e físicas de cada um, ambos perfeitos para o fim maior: crescei e multiplica-vos e enchei a terra! O dilema acima, sobre quem é culpado pela deturpação cada vez mais acintosa dos relacionamentos humanos, jamais foi resolvido. Baseado na maior força, muitas vezes o homem impôs sua vontade, mesmo estando errado, submetendo a mulher tantas vezes ao regime de verdadeira escrava. Ninguém poderá negar isso! E ainda hoje, são milhares as mulheres que levam vida de semiescravidão, dominadas por brutamontes insensíveis. Rios de sofrimento surgem destes relacionamentos. Não foi para isto que Deus as criou. Não se faça Deus culpado da situação desoladora da mulher de hoje!Sim, tudo foi muito mal, durante os milênios. Até que começou a piorar, de forma cada vez mais violenta. Foi quando surgiu o feminismo, esta pseudocorrente de libertação da mulher, que as levou a cometer um sem fim de desatinos. Na realidade, não foi o homem que afrouxou as rédeas para que elas se “emancipassem”, mas sim, ele apenas soltou a corda para que elas se enforcassem. Ao pretexto de levar vida independente o primeiro erro delas foi desejar não ser mais um só com o homem – tal como Deus havia determinado – mas passarem a querer ocupar o lugar do homem, ser como o homem, competir com o homem, ganhar mais do que o homem, vestirem-se como os homens, para poderem esmagar o homem, ocupar o mesmo espaço, fazer as mesmas coisas, inclusive as erradas – fumar na rua, beber em público, sentar de pernas arreganhadas – enfim, dominar sobre eles, tal como, pelos séculos, elas haviam sido esmagadas por eles. No fundo, há uma espécie de vingança nestes relacionamentos, onde todos perdem! Perdem os maridos e perdem os filhos, mas, sobretudo perdem as mulheres, que em sua ânsia de se libertarem do plano divino, passam para a escravidão do maligno. E perdem as famílias, e perde a Igreja!Temos aí então, milhões de mulheres liberadas, independentes, e mais do que isso, ocupando lugares de mando, nos domínios da economia, da política, do comércio e a indústria, e até na guerra, pilotando tanques e aviões de combate, portando metralhadoras e fuzis automáticos. E vestindo calças de homem! Felizes? Acaso elas podem cumprir com eficácia seu papel e até superar os homens em combate? Quem sabe! Mas vou fazer um comparativo, que fiz outro dia quando comentávamos sobre este assunto, que pode não agradar a todas. Numa trincheira, soldados homens e mulheres, na hora da necessidade fisiológica, o homem abre a braguilha e faz seu xixi sossegado, E a mulher? Bem você já sabe! Humilhante? Não! E mais, enquanto o homem pinta a cara de preto para não ser reconhecido, a mulher tira o espelho para realçar o batom… E ao lampejo do reflexo pode ser localizada pelo inimigo.Deus fez tudo perfeito, cada um no seu lugar, e a mulher não foi feita nem para a guerra, nem para a economia e política, nem para o governo do mundo, porque não foi a ela que o Criador deu autoridade e sim o dom do amor. E é o amor que deve governar. Um não vive sem o outro, a mulher não pode ser hermafrodita, nem o homem nascer de chocadeira. Numa roseira, o caule espinhoso é o homem, duro, resistente, agressivo! A mulher é a flor, perfumosa, delicada, perfeita e sensível. A mulher é amor, é coração, é ternura, é afeto, é carinho, é doçura! Mas para gerar a vida ela precisa do homem, mais razão, força, rigidez e autoridade. Mulheres sejam submissas a vossos maridos, assim como convém ao Senhor! Quer a mulher queira ou não, a perfeição do Criador determinou que ela fosse submissa ao seu esposo, não como escrava, mas respeitando a última palavra que é do homem – por causa da maior responsabilidade – sem que a subjugue, sem que a escravize, mas que a ame como a si mesmo, como convém ao Senhor. Partindo os dois para o conflito, a parte mais fraca é sempre a mulher. Sem dúvida é ela que sofrerá mais.Vamos buscar mais algumas palavras da Bíblia, para acertar alguns detalhes. Jesus disse: sem Mim, nada podeis fazer! Disse também ide fazer discípulos Meus e batizai-os! Disse ainda: ide com um cajado, um par de sandálias, uma veste só, o que fala de que humildade, tudo voltado de forma prioritária para a salvação das almas. Isso quer dizer que construir escolas e creches, orfanatos, hospitais e universidades, não é, nunca foi e nunca será a missão primordial da Igreja. Tudo isso é como subversão do plano divino. A Igreja, porque bem formada, pode colaborar com a comunidade, pode ajudar e alavancar os projetos sociais tendo em vista um mundo mais justo, mas daí a ela estar na frente para comandar, e construir, ou lucrar com isso vai um abismo. E isso serve para bispos, sacerdotes, também para os religiosos e as religiosas. Nem mesmo a construção das Igrejas, das capelas, mosteiros e conventos deve estar ao encargo dos religiosos, isso deve ser feito pela comunidade organizada, como católicos leigos. O mais não conta como obras da fé. Aos sacerdotes e consagrados, só uma missão: evangelizar, catequizar, salvar!É isso, caros amigos! Aqui eu faço mais uma pergunta que não quer calar, e tem a ver com o mesmo confronto que fiz no início: são culpados os homens que largaram o presbitério, as funções de ministros, até de acólitos, ou foram as mulheres que forçaram a barra tomando seus lugares? Sim porque elas caminham no sentido de subverter mais uma vez o plano divino, e descumprir a Palavra de Deus que diz por São Paulo: mulheres fora do presbitério! Fica difícil obter a resposta porque o leque é amplo de possibilidades, mas minha intuição diz que na realidade a segunda hipótese é a verdadeira. E o que vemos hoje é que em milhares de comunidades, praticamente tudo é liderado pelas mulheres, e tantas delas se tornam quase donas da igreja e do padre. Se o sacerdote celebra “in persona Christi” como poderia uma mulher celebrar Nele e por Ele? Como poderia consagrar? Jesus é Sacerdote homem!Mesmo que – desgraçadamente – os homens sejam hoje apenas 30% da participação na Igreja, nos movimentos, nos grupos de oração e na catequese, importa saber que os 70% das mulheres entram apenas naquele campo magnífico da catequese: a mulher é a catequista da Igreja, como Maria foi catequista de Jesus! Somente por milagre sairá um sacerdote de uma mãe não santa! A lei é de Jesus, do Filho do Homem o ensino desta lei é competência maior da mulher! Onde? A partir do lar, da educação dos filhos, e também da catequese na Igreja! Como catequistas, porém jamais como sacerdotisas! Elas deveriam formar os acólitos e futuros seminaristas, e os padres santos, também incentivar os filhos e maridos a serem ministros extraordinários se preciso for, não ocuparem elas estas funções exclusivamente masculinas. Por questão de ordem e de seguimento do disposto por Jesus! Não deveriam forçar!Sim, é parte inerente da mulher, a catequese, a formação dos homens, aplicando a Lei de Deus. Sim, o correto é o sacerdócio ordenado, sempre masculino e jamais feminino, sendo o padre o primeiro responsável na Paróquia, porque Jesus escolheu 12 homens como os seus apóstolos, e nem mesmo sua Mãe estava entre eles. Certo é que Maria foi a primeira ministra da Comunhão, mas sem dúvida ela exerceu seu papel no silêncio humilde da obediência, jamais no rompante da supremacia. No orgulho de querer galgar o púlpito! Maria foi peça chave na compilação dos Evangelhos, mas atuou no silêncio da formação. Deus colocou o homem no púlpito da Igreja, e para a mulher deu o púlpito do lar. É isso que as torna superiores! Assim como a Mulher Maria preparou Jesus para a sua fantástica missão, compete à mulher, mãe de verdade, comandar o mundo, de dentro de seu lar, o que ela faz formando os filhos, os grandes homens, para comandarem a política, a economia, e a Igreja. Eis porque se diz que “por trás de todo grande homem existe uma grande mulher”. Verdadeira esposa, mãe… E catequista!Continuando com a mulher, seu grito feminista por liberdade, como vimos, ultrapassou a esfera daquilo que foi predisposto por Deus para elas, entrando na esfera do inconformismo, da rebeldia. O que as reportagens vindas dos EUA deixam transparecer é mais ou menos como se as freiras americanas dissessem assim: bom, na política nós já somos vereadoras, prefeitas, deputadas e até presidentas e primeiras ministras. Na economia dirigimos e construímos escolas e hospitais e dominamos sobre cadeias de lojas e corporações, então que espaço nos falta conquistar? Se até na guerra lutamos ao lado do homem, então falta apenas crescer na hierarquia e dominar a Igreja Católica, onde somos maioria! De fato, já somos nós coroinhas, somos ministras extraordinárias, comandamos a liturgia, então quem tem moral na Igreja para nos impedir de avançar? Sim, sacerdotisas, por que não? Bispas, pois os evangélicos já as têm! Papisas, ótimo, mais um degrau para mostrar nossa supremacia sobre os homens.Sim é na Igreja Católica, onde agora explode este cancro pestífero. No artigo anterior, citei o caso da batalha que está acontecendo nos Estados Unidos, entre os bispos e a LCWR – Conferência de Liderança da Mulher Religiosa – quase uma espécie de CNBB das freiras – que concentra 70% das mais de 57 mil freiras americanas. Por ordem do Vaticano, os bispos se viram forçados a agir de forma mais dura, as chamando à realidade: ou seguem ciosamente a Doutrina de Pedro, ou o Vaticano terá que tomar duras medidas contra elas. Na verdade, o Vaticano estava tentando há tempos resolver a questão delicada, de uma forma sigilosa, mas agora estourou o confronto. O primeiro “round” causou um choque e até certa perplexidade, porque tudo parecia ir tão bem com elas!Eu li diversas reportagens falando sobre a questão destas freiras, e inicialmente tive dificuldade de entender o que estava por trás da questão. Afinal, sob a direção eficiente das freiras católicas, estão milhares de creches, escolas, hospitais, e orfanatos que elas não somente constroem como administram na parte humana, prestando assim um serviço excepcional, por todo aquele país. É inegável a contribuição social dada por estas mulheres, e por isso mesmo, por todo o país se levantaram imediatamente milhares de vozes em defesa delas, contra os bispos. Inclusive um dos mais destacados e influentes jesuítas do país veio em defesa da entidade e disse: estou com elas e não abro! O que significa dizer: estou contra os bispos e contra o Papa. Portanto, contra Jesus!Falamos em bispos americanos, e todos devem ter lido e sabido sobre a quantidade avassaladora de escândalos que aconteceram com os padres daquele país, muitas vezes sob a vista grossa dos príncipes da Igreja. Bilhões de dólares em gastos para pagar indenizações, centenas de Igrejas vendidas para cobrir estes diabólicos desmandos. Mas o que está acontecendo então? Ponto um: o que se verifica é um questionamento sibilante da autoridade dos bispos, como se as freiras dissessem: vocês não têm moral alguma para nos chamar a atenção, diante de tudo o que vocês deixaram passar! Ponto dois: verifica-se uma centelha de rebeldia, como se dissessem, nós mandamos em todas estas coisas, nós tocamos sozinhas todas estas obras, então nós também devemos ter autoridade para tocar a Igreja como nós achamos que deve ser! Opa! Aqui entrou um elemento extremamente perigoso. Temos aqui o mesmo grito de Lúcifer! E agora coletivo porque se trata de uma Associação!Mas qual o gatilho do germe da desobediência de tais freiras americanas? Qual a heresia que pregavam, ou que erro elas cometiam? Sim, elas estavam assumindo posições totalmente antagônicas com a Doutrina da Igreja. Em síntese a aceitação e a defesa da política abortista e pró causa gay do governo Obama, um dos mais abomináveis que aquela nação já teve a desgraça de construir. Sim, aceitando aplicar em seus estabelecimentos. Não somente a política abortista, mas também a defesa do pecado do homossexualismo praticante, do casamento entre pessoas do mesmo sexo, algo que a Igreja de Pedro jamais irá aceitar. Chegavam a exigir não mais a celebração da santa Missa por um sacerdote, em suas reuniões, mas queriam uma mulher celebrante. É neste ponto que a coisa chegou!Então elas resolveram participar da ação política daquele maligno governo, aplicando nas creches, escolas, hospitais e outras dependências católicas por elas dirigidas, os princípios nefandos de um governo pagão, totalmente contrário aos ditames do Evangelho de Jesus, e completamente divorciado dos mandamentos da Lei de Deus e da Igreja. Como se dissessem: se os bispos sem moral não aceitam, eles não mandam mais em nós. Vamos então fazer do nosso jeito. Quem nos poderá proibir? Terrível isso! Mas elas esquecem que sua obediência maior deve ser com o Vaticano, com o Papa, e este tem sim moral para exigir que elas mudem imediatamente de comportamento. Terão se que se submeter a uma revisão dos estatutos, e a novas regras determinadas por uma comissão do Vaticano.Mas ó, desgraça, quando a comunidade americana se levanta em defesa das religiosas, não o faz por causa das obras da fé que elas executam, mas pelas obras do mundo, que os beneficiam. Eles não estão preocupados com a situação da Igreja Católica, nem com a moral e a doutrina, mas com o fato de terem 57 mil funcionárias, e trabalhando muitas delas gratuitamente, até em funções que outras pessoas nem sendo muito bem pagas executam. Mesmo que trabalhem em hospitais, e mesmo que o façam gratuitamente, esta não é uma função primordial das ordens religiosas femininas – nem masculinas – porque elas deveriam estar voltadas primordialmente para a boa, santa e indispensável catequese. Elas deveriam receber a doutrina do Santo Padre, seu Catecismo, e com fidelidade absoluta ensinarem e formarem os bons católicos de que o mundo precisa. De fato, se os Estados Unidos tivessem ao invés de 57 mil enfermeiras e professoras, e sim 57 mil santas, obedientes e fiéis catequistas, com toda a certeza aquele país não estaria num estado espiritual tão lamentável, e os católicos ali já seriam a maioria.Hoje nós vivemos talvez a parte mais sombria da história humana, na realidade seu capítulo mais negro. E mais uma vez quem escreve este capítulo é a mulher. No momento em que ela aceitou do diabo a ideia de que ela é dona do seu corpo, um corpo que gera vida, e que, portanto ela não somente pode dispor deste corpo como bem lhe apetece, como também pode decidir sobre a vida que nela é gerada, a mulher não somente dá um grito de liberdade contra o homem, mas lança um desafio terrível contra seu Criador. Nós jamais poderemos falar somente em nazismo com seus seis milhões de assassinados, jamais poderemos abominar somente o comunismo, por seus mais de 100 milhões de crimes, jamais poderemos criticar o genocídio dos negros e dos índios, nem o martírio romano, SE ANTES não tomarmos ciência e não colocarmos no topo desta tenebrosa lista assassina, a chaga mundial do aborto, que, sozinho, disparadamente cometeu dezenas de vezes mais crimes, do que todos estes outros genocídios juntos. Como é que alguém pode sequer pensar em aprovar algo tão sinistro? A Igreja de Pedro, jamais aceitará isso!Não só cometeu como continua cometendo, e agora sob o beneplácito de leis humanas. Leis desafiadoras e rebeldes que não somente lançam um grito de independência contra o Autor da Vida, como lhe atiram aos pés, todos os dias, em torno de 180 mil cadáveres de crianças em formação. Sob uma infinidade de argumentos satânicos, matam-se as crianças nos ventres sob as mais hediondas formas de tortura, interrompendo o ciclo normal da vida, e mudando a face da humanidade. Na natureza a ação pérfida, maléfica e destruidora do homem tem quebrado todos os ciclos vitais, de modo que ela agora se volta contra ele mesmo, e acabará por devorar mais de 2/3 partes da humanidade – basta que o Deus que é agora desafiado pelas feministas solte as rédeas dos quatro anjos do Apocalipse, e os sete anjos com as taças da divina ira – da mesma forma a natureza humana está quebrando seu ciclo vital, em vista da morte de milhares de cientistas que são assassinados nos ventres maternos.Volto à mulher, e ao plano de Deus! O Capítulo 26 do livro do Eclesiástico trás algumas constatações sobre as maldades e as virtudes da mulher. Esqueçamos as primeiras e vamos às virtudes: 18É um dom de Deus uma mulher sensata e silenciosa, e nada se compara a uma mulher bem-educada. 19 A mulher santa e honesta é uma graça inestimável; 20 não há peso para pesar o valor de uma alma casta. 21Assim como o sol que se levanta nas alturas de Deus, assim é a beleza de uma mulher honrada, ornamento de sua casa. 22 Como a lâmpada que brilha no candelabro sagrado, assim é a beleza do rosto na idade madura. Ou seja, esta deve ser a meta da mulher, esta criatura extraordinária que é chamada a ser a alegria, não somente do homem, mas do mundo. Porque ela faz sua própria felicidade no amor de Deus, na felicidade do seu esposo, dos filhos, da comunidade e da Igreja.Mas há um versículo deste capítulo, que engloba tudo aquilo que estou tentando falar, e diz assim: 24Como fundamentos eternos sobre pedra firme, assim são os preceitos divinos no coração de uma mulher santa. É neste verso que se concentra os desejos de Deus para a missão da mulher neste planeta. Ou seja: assim deve ser! Sim é isso que faz a mulher santa! Foi no coração dela que Deus plantou seus preceitos divinos, numa aposta ímpar, mesmo com a traição de Eva, mesmo assim pos nela os fundamentos da Lei, os princípios do amor, os primórdios da doçura e da ternura, para transformarem o mundo, de uma pedra rija em um coração de carne. Sem a mulher divinamente santa, e sustentáculo da moral, o mundo seria frio e vazio, e não só isso, seria – como está se tornando – um antro putrefato de imoralidade. Até porque está no mesmo livro: toda a malícia do homem vem da mulher!Mais que isso, está se tornando num espectro de morte, porque uma vez que a mulher perdeu o pudor, o recato, a candura uma vez que ela resolveu desfazer-se dos apetrechos morais que Deus lhe colocou no coração, resolveu expor seu corpo como carne de consumo, aceitando participar de um maligno jogo de seduções, isso mais uma vez leva a mulher a trair o plano divino. Como já uma vez foi aceito por Eva. Então, tudo o que tenho tentado dizer neste texto nos leva a perceber que duas gigantescas forças caminham hoje para a destruição da Igreja Católica. De dentro da Igreja os homens maus que aceitaram do demônio o convite de se tornarem servos do anticristo, defendendo uma doutrina diabólica e pervertida, como se fosse verdade. E neste momento se junta o grito rebelde da mulher, que resolveu imperar também dentro da Igreja, e é quando comete a mais louca de todas as suas decisões. Antes se podiam ver algumas mulheres isoladas reivindicando estes “direitos”, o que vemos agora é um grito coletivo.O que aconteceria se a Igreja abrisse espaço para a ascensão das mulheres subindo escalas na hierarquia? Dar-se-ia exatamente a mesma coisa que num casamento e com seu esposo, e numa família. Jamais soube de um lar onde a mulher mandasse que houvesse perfeita harmonia. Certa vez escrevi um artigo que chocou algumas pessoas, quando afirmei que, quem mais discrimina o negro, é exatamente o próprio negro. A mesma coisa nós podemos afirmar em relação à mulher: quem mais discrimina a mulher é ela mesma, mais julga, mais observa, mais critica e menos obedece. Você pode eleger a presidenta de uma nação, mas jamais conseguirá eleger uma autoridade por efeito de dom, apenas obedecerá a uma imposição por efeito de lei. Vou ser bem claro: presidenta é ridículo! É uma capitulação humana! E isso tanto da parte do homem, como principalmente da mulher. A imensa maioria das mulheres a irá discriminar duramente, salvo uma pequena minoria destas gritadoras e infelizes libertárias que se sentirá exultante, mas estas riem como as hienas, com o esgar de satanás. Entre os homens ela obterá um crédito por mera benevolência, no mais, só críticas acintosas e charges irreverentes! Errado de ambas as partes, mas…O grande problema é que a mulher é tremendamente visada. Se ela aparece no presbitério duas vezes com o mesmo vestido, logo dizem: uma relaxada! Se aparece cada dia com vestido diferente, logo dizem:exibida! Se ela pinta o cabelo, dizem: quer aparecer! Se ela se veste sem recado, dizem: uma assanhada! Se ela é velha, dizem: uma chata e cocota! Se ela é mais nova, dizem: uma franguinha! Ou seja, nada satisfaz as pessoas. A começar pelas próprias mulheres. O interessante – e a diferença – é que se um homem for o ano inteiro, com a mesma roupa, o ano inteiro, ninguém nota. Vejam que a própria Nossa Senhora, já naquele tempo, se obrigava a ter dois vestidos, um branco e um cinza, porque embora sua roupa nunca sujasse, se ela aparecesse todos os dias com a mesma roupa, já a criticavam. E assim, a decadência das religiosas, em todo mundo, começou com o abandono do hábito, que as imunizava de muitos ataques do maligno. E quando você observa a foto das líderes americanas, de cabelinhos curtos e vestidos de marca, percebemos que o feminismo nefasto fez ali seus estragos. A desgraça se completa – quanto à vestimenta da mulher – se ela se apresentar com calças colantes e transparências. Eis a máquina de sacrilégios!Alguém achará duro demais? Acaso seria machismo da parte de Deus? Acaso machismo de São Paulo que as quer servindo a Igreja com orações, e como ouvintes atentas? E agora perguntamos seriamente: Que seria da Igreja se ela introduzisse e aceitasse o sacerdócio feminino? Respondo com outra pergunta: que aconteceu com a ordenação de mulheres entre os protestantes? Alguém já mediu a extensão do desastre? Respondo agora com um desafio: encontrem-me dentre todas as civilizações do passado, uma só delas, que tenha introduzido sacerdotisas em seus cultos, que tenha subsistido por muito tempo – sim as vestais de Roma, que também caiu – sem afundar na orgia devassa até desaparecer da face da terra! Sem dúvida, este seria o princípio do fim da Igreja! Eis porque nunca acontecerá! A Igreja jamais será destruída, portanto jamais entrará nela o sacerdócio feminino.Finalizando, é terrível perceber que na atitude das freiras americanas se esconde um germe pavoroso de rebeldia coletiva, uma amostra da apostasia antes não perceptível, e mais do que isso, uma realidade nefasta que causará um grande desastre na Igreja. Nos desejos do falso profeta, seu catecismo negro, segundo consta, levantar a bandeira do sacerdócio feminino, e abrir espaço para o casamento dos sacerdotes. Façam uma pesquisa entre os sacerdotes, de hoje perguntando quantos deles se casariam imediatamente se a Igreja permitisse! Pesquisem entre as mulheres libertárias quantas aceitariam serem sacerdotisas para comandar na Igreja. Tenha certeza, o número é muito maior do que se possa imaginar. Há um fermento mortal levedando a massa da apostasia, e é questão de pouco tempo para explodir em caos. As mulheres libertárias acabam de acionar o segundo gatilho, dando um grito uníssono. O terceiro e último virá com a saída do santo padre e depois da entrada do falso profeta ou antipapa.De fato, até agora tudo nos dizia que a pressão pelo sacerdócio feminino vinha de alguns dos próprios padres – para fazer média com as mulheres – tendo em vista a redução do número das vocações e da falta de sacerdotes apara atender o povo santo. Mas no momento em que um imenso grupo de mulheres encampa a ideia, e não somente isso, rebela-se contra decisões dos bispos, e do Santo Padre, abre-se mais uma brecha nas fileiras da Igreja, aumenta o rombo da apostasia e escancara-se o cisma. Se este grito libertário ecoar pelo mundo inteiro, podemos ter certeza de que o exército fiel ficou menor. Mas se fosse aprovado o sacerdócio feminino, haveria um dilúvio de sacerdotisas, junto com um dilúvio de problemas.Entretanto se quisermos ter uma explosão de vocações ao sacerdócio masculino, basta que as mulheres, as catequistas de Deus, cumpram com humildade e fidelidade a função para a qual foram criadas e os eduquem. Sim, porque o filho sacerdote começa sem dúvida em casa, pela catequese da mãe e o exemplo de firmeza moral do pai, embora se complete no exemplo indispensável dos sacerdotes santos. Terrível e em estado de morte espiritual toda a paróquia que não tem nenhum dos dois: nem famílias santas, nem padres santos. É destas comunidades que nascem as mulheres libertárias, descontentes, inconformadas, fautoras de divisão, de discórdia e de destruição.Último parágrafo! Termino dizendo que no Brasil estas idéias também campeiam entre muitas mulheres! Entre elas temos freiras hereges e não são poucas, dando seus malignos cursos de deformação católica. E há mulheres “pregadoras”, que mesmo não sendo religiosas, querem alçar vôos ao papado criando doutrina. Eis a pérola que recebi ontem, vinda de uma destas pregadoras que atua no triangulo mineiro. Disse ela: a redenção não deve ser creditada a Jesus, mas sim a Maria Madalena! Quem deveria estar nos sacrários seria ela. Só o inferno poderia ter-lhe ensinado. Que Jesus venha logo acabar com tais descalabros, antes que as freiras americanas encampem esta nova “redentora”.Está no Eclesiástico 25, 30: Se a mulher tiver o mando, ela se erguerá contra o marido… E contra a Igreja! A força da mulher é tremenda! Vem Jesus, antes que esta “força” acabe com Tua Igreja! (Aarão)t-inde�!-0x([[ �3Y ansform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-size-adjust: auto; -webkit-text-stroke-width: 0px; “>20 não há peso para pesar o valor de uma alma casta. 21Assim como o sol que se levanta nas alturas de Deus, assim é a beleza de uma mulher honrada, ornamento de sua casa. 22 Como a lâmpada que brilha no candelabro sagrado, assim é a beleza do rosto na idade madura. Ou seja, esta deve ser a meta da mulher, esta criatura extraordinária que é chamada a ser a alegria, não somente do homem, mas do mundo. Porque ela faz sua própria felicidade no amor de Deus, na felicidade do seu esposo, dos filhos, da comunidade e da Igreja.Mas há um versículo deste capítulo, que engloba tudo aquilo que estou tentando falar, e diz assim: 24Como fundamentos eternos sobre pedra firme, assim são os preceitos divinos no coração de uma mulher santa. É neste verso que se concentra os desejos de Deus para a missão da mulher neste planeta. Ou seja: assim deve ser! Sim é isso que faz a mulher santa! Foi no coração dela que Deus plantou seus preceitos divinos, numa aposta ímpar, mesmo com a traição de Eva, mesmo assim pos nela os fundamentos da Lei, os princípios do amor, os primórdios da doçura e da ternura, para transformarem o mundo, de uma pedra rija em um coração de carne. Sem a mulher divinamente santa, e sustentáculo da moral, o mundo seria frio e vazio, e não só isso, seria – como está se tornando – um antro putrefato de imoralidade. Até porque está no mesmo livro: toda a malícia do homem vem da mulher!Mais que isso, está se tornando num espectro de morte, porque uma vez que a mulher perdeu o pudor, o recato, a candura uma vez que ela resolveu desfazer-se dos apetrechos morais que Deus lhe colocou no coração, resolveu expor seu corpo como carne de consumo, aceitando participar de um maligno jogo de seduções, isso mais uma vez leva a mulher a trair o plano divino. Como já uma vez foi aceito por Eva. Então, tudo o que tenho tentado dizer neste texto nos leva a perceber que duas gigantescas forças caminham hoje para a destruição da Igreja Católica. De dentro da Igreja os homens maus que aceitaram do demônio o convite de se tornarem servos do anticristo, defendendo uma doutrina diabólica e pervertida, como se fosse verdade. E neste momento se junta o grito rebelde da mulher, que resolveu imperar também dentro da Igreja, e é quando comete a mais louca de todas as suas decisões. Antes se podiam ver algumas mulheres isoladas reivindicando estes “direitos”, o que vemos agora é um grito coletivo.O que aconteceria se a Igreja abrisse espaço para a ascensão das mulheres subindo escalas na hierarquia? Dar-se-ia exatamente a mesma coisa que num casamento e com seu esposo, e numa família. Jamais soube de um lar onde a mulher mandasse que houvesse perfeita harmonia. Certa vez escrevi um artigo que chocou algumas pessoas, quando afirmei que, quem mais discrimina o negro, é exatamente o próprio negro. A mesma coisa nós podemos afirmar em relação à mulher: quem mais discrimina a mulher é ela mesma, mais julga, mais observa, mais critica e menos obedece. Você pode eleger a presidenta de uma nação, mas jamais conseguirá eleger uma autoridade por efeito de dom, apenas obedecerá a uma imposição por efeito de lei. Vou ser bem claro: presidenta é ridículo! É uma capitulação humana! E isso tanto da parte do homem, como principalmente da mulher. A imensa maioria das mulheres a irá discriminar duramente, salvo uma pequena minoria destas gritadoras e infelizes libertárias que se sentirá exultante, mas estas riem como as hienas, com o esgar de satanás. Entre os homens ela obterá um crédito por mera benevolência, no mais, só críticas acintosas e charges irreverentes! Errado de ambas as partes, mas…O grande problema é que a mulher é tremendamente visada. Se ela aparece no presbitério duas vezes com o mesmo vestido, logo dizem: uma relaxada! Se aparece cada dia com vestido diferente, logo dizem: exibida! Se ela pinta o cabelo, dizem: quer aparecer! Se ela se veste sem recado, dizem: uma assanhada! Se ela é velha, dizem: uma chata e cocota! Se ela é mais nova, dizem: uma franguinha! Ou seja, nada satisfaz as pessoas. A começar pelas próprias mulheres. O interessante – e a diferença – é que se um homem for o ano inteiro, com a mesma roupa, o ano inteiro, ninguém nota. Vejam que a própria Nossa Senhora, já naquele tempo, se obrigava a ter dois vestidos, um branco e um cinza, porque embora sua roupa nunca sujasse, se ela aparecesse todos os dias com a mesma roupa, já a criticavam. E assim, a decadência das religiosas, em todo mundo, começou com o abandono do hábito, que as imunizava de muitos ataques do maligno. E quando você observa a foto das líderes americanas, de cabelinhos curtos e vestidos de marca, percebemos que o feminismo nefasto fez ali seus estragos. A desgraça se completa – quanto à vestimenta da mulher – se ela se apresentar com calças colantes e transparências. Eis a máquina de sacrilégios!Alguém achará duro demais? Acaso seria machismo da parte de Deus? Acaso machismo de São Paulo que as quer servindo a Igreja com orações, e como ouvintes atentas? E agora perguntamos seriamente: Que seria da Igreja se ela introduzisse e aceitasse o sacerdócio feminino? Respondo com outra pergunta: que aconteceu com a ordenação de mulheres entre os protestantes? Alguém já mediu a extensão do desastre? Respondo agora com um desafio: encontrem-me dentre todas as civilizações do passado, uma só delas, que tenha introduzido sacerdotisas em seus cultos, que tenha subsistido por muito tempo – sim as vestais de Roma, que também caiu – sem afundar na orgia devassa até desaparecer da face da terra! Sem dúvida, este seria o princípio do fim da Igreja! Eis porque nunca acontecerá! A Igreja jamais será destruída, portanto jamais entrará nela o sacerdócio feminino.Finalizando, é terrível perceber que na atitude das freiras americanas se esconde um germe pavoroso de rebeldia coletiva, uma amostra da apostasia antes não perceptível, e mais do que isso, uma realidade nefasta que causará um grande desastre na Igreja. Nos desejos do falso profeta, seu catecismo negro, segundo consta, levantar a bandeira do sacerdócio feminino, e abrir espaço para o casamento dos sacerdotes. Façam uma pesquisa entre os sacerdotes, de hoje perguntando quantos deles se casariam imediatamente se a Igreja permitisse! Pesquisem entre as mulheres libertárias quantas aceitariam serem sacerdotisas para comandar na Igreja. Tenha certeza, o número é muito maior do que se possa imaginar. Há um fermento mortal levedando a massa da apostasia, e é questão de pouco tempo para explodir em caos. As mulheres libertárias acabam de acionar o segundo gatilho, dando um grito uníssono. O terceiro e último virá com a saída do santo padre e depois da entrada do falso profeta ou antipapa.De fato, até agora tudo nos dizia que a pressão pelo sacerdócio feminino vinha de alguns dos próprios padres – para fazer média com as mulheres – tendo em vista a redução do número das vocações e da falta de sacerdotes apara atender o povo santo. Mas no momento em que um imenso grupo de mulheres encampa a ideia, e não somente isso, rebela-se contra decisões dos bispos, e do Santo Padre, abre-se mais uma brecha nas fileiras da Igreja, aumenta o rombo da apostasia e escancara-se o cisma. Se este grito libertário ecoar pelo mundo inteiro, podemos ter certeza de que o exército fiel ficou menor. Mas se fosse aprovado o sacerdócio feminino, haveria um dilúvio de sacerdotisas, junto com um dilúvio de problemas.Entretanto se quisermos ter uma explosão de vocações ao sacerdócio masculino, basta que as mulheres, as catequistas de Deus, cumpram com humildade e fidelidade a função para a qual foram criadas e os eduquem. Sim, porque o filho sacerdote começa sem dúvida em casa, pela catequese da mãe e o exemplo de firmeza moral do pai, embora se complete no exemplo indispensável dos sacerdotes santos. Terrível e em estado de morte espiritual toda a paróquia que não tem nenhum dos dois: nem famílias santas, nem padres santos. É destas comunidades que nascem as mulheres libertárias, descontentes, inconformadas, fautoras de divisão, de discórdia e de destruição.Último parágrafo! Termino dizendo que no Brasil estas ideias também campeiam entre muitas mulheres! Entre elas temos freiras hereges e não são poucas, dando seus malignos cursos de deformação católica. E há mulheres “pregadoras”, que mesmo não sendo religiosas, querem alçar voos ao papado criando doutrina. Eis a pérola que recebi ontem, vinda de uma destas pregadoras que atua no triangulo mineiro. Disse ela: a redenção não deve ser creditada a Jesus, mas sim a Maria Madalena! Quem deveria estar nos sacrários seria ela. Só o inferno poderia ter-lhe ensinado. Que Jesus venha logo acabar com tais descalabros, antes que as freiras americanas encampem esta nova “redentora”.Está no Eclesiástico 25, 30: Se a mulher tiver o mando, ela se erguerá contra o marido… E contra a Igreja! A força da mulher é tremenda! Vem Jesus, antes que esta “força” acabe com Tua Igreja! (Aarão)www.recadosaarao.com.brRelated Posts:47 – Parresía: “Feminismo, o maior inimigo das mulheres”A proibição à ordenação de mulheres é definitiva?Maria Santíssima a primeira cristãO sacramento do Matrimônio: uma via de santidadeA Igreja é minha mãeTags: Aarao, apostasia, Arnaldo Haas, Arnaldo Hass, fim dos tempos, Igreja Católica, mulher e a igreja, papel da mulher, situação da igreja no mundoNo Comments Quero comentar!No comments yet.RSS feed for comments on this post.TrackBack URLLeave a commentName (required)Mail (will not be published) (required)WebsiteSeu comentárioDados do AutorMateus EMAIL:[email protected]/BLOGDados desta matéria3 May 2012224 views0 comentárioRSS do ARTIGOEste post está em:GeralsalvaialmasÚltimasUma linda história sobre Santa Rita de Cássia22 May 2012 / Um dia, enquanto lavradores e pássaros cantavam em uníssono, a criança ( Rita ) sonhava com os olhos voltados para … Por Pe Alberto Gambarini: Maçonaria e Catolicismo22 May 2012 / Pe. 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