A educação cristã dos filhos (II): pais, escolas e Igreja

Especial•Família8 meses atráspor Amor MarianoComentarEscrito por Amor Mariano

Educar os filhos é algo tremendamente difícil. Há inimigos por todos os lugares. É por isso que todos: pais, escolas, sacerdotes … temos que rezar muito, levar a nossa vocação mais a sério e perceber que o que está em jogo é a felicidade de muitas pessoas, e o mais importante, a sua salvação e também a nossa.

Antes de passarmos à análise de todos aqueles elementos que devemos ter em conta para educar cristãmente os filhos, é conveniente considerar outros fatores não menos importantes, e que sem os quais, uma adequada educação seria praticamente impossível: os pais, a escola e a Igreja.

(Nota preliminar: A fim de aproveitar o que é dito nestes artigos, e uma vez que eles formam uma série continua, é aconselhável lê-los em ordem. Caso não tenha lido, comece pelo primeiro: Educação cristã dos filhos. Como lidar com ela no mundo atual).

O primeiro fator a considerar: Pais

Os pais (pai e mãe) são os primeiros e mais importantes educadores de seus filhos. O apoio que recebem dos avós, colégio e mesmo da Igreja, é subsidiário e/ou complementar. Em nenhum momento os pais poderão abandonar, adiar ou negligenciar a obrigação mais importante que têm sobre seus filhos e da qual deverão prestar contas a Deus.

Para formar filhos cristãos a primeira coisa necessária é que os pais também o sejam. E quando dizemos pais realmente cristãos, refiro-me a que estejam casados sacramentalmente, vivam sua fé, pratiquem a religião, levam uma vida séria de piedade pessoal e familiar, aproximem-se dos sacramentos, aceitem a vontade de Deus, estejam abertos a uma paternidade generosa, levem a sério a educação de seus filhos, não tenham medo de realizar os sacrifícios que forem necessários para que estes possam ser educados adequadamente, dediquem tempo suficiente a eles, sejam capazes de renunciar, total ou parcialmente ao menos um deles ao trabalho, se for necessário para o bem das crianças, etc… se aqueles que devem ser modelos para os seus filhos já têm defeitos graves, o mais provável é que esses mesmo defeitos, porém ainda mais acentuados, apresentem-se também nos filhos.

Desde o início dissemos que a situação ideal para educar os filhos é a que nos referimos anteriormente. Infelizmente, sabemos que esta situação ideal não é ideal em muitos casos.

Todavia há situações em que embora a educação seja mais difícil, não é de todo impossível. Refiro-me ao caso de um pai ou de uma mãe que são viúvos e ao caso de uma mãe divorciada ou solteira (normalmente é comum ser a mãe quem fica com os filhos) que tem que cuidar ela sozinha das crianças, pois o pai foi embora e não quer mais saber deles. Dentro deste último grupo poderíamos acrescentar o caso das crianças que são criadas com os avós ou outros parentes, pois os pais, por motivos de trabalho, nunca estão em casa. Neste último caso, a educação se torna muito mais difícil, porque os avós não podem substituir os pais; embora a educação não seja impossível se os avós realmente levem a sério a educação dos pequenos, e os pais não interfiram negativamente quando estão em casa (normalmente à noite e finais de semana).

Mas há casos mais graves, onde a educação cristã dos filhos é quase impossível, pois já se parte de uma base de erro muito grave. Refiro-me às seguintes situações:

  • Há pais que, embora sacramentalmente casados, na verdade vivem um “divórcio prático”, pois cada cônjuge vive sua vida e tem uma maneira diferente de educar os filhos.
  • Há pais casados sacramentalmente, mas não praticam a sua religião.
  • Há muitas mães divorciadas que têm de cuidar de seus filhos sozinhas e as crianças devem passar com o marido os finais de semana, e no entanto, na maioria dos casos, o pai difama a mãe e os cria mal. O oposto também acontece hoje em dia (nb:. Lembrando sempre: o ideal é que não exista o divórcio, porém, sabemos que essa não é a realidade em nosso tempo e que tal ato já tomou proporções gigantescas. Por isso temos que abordar também esse tipo de caso).
  • Há pais unidos civilmente que não podem voltar a casar novamente na Igreja por causa de um casamento eclesiástico anterior. Esses pais já estão em um problema muito sério: optaram por viver juntos sem a bênção de Deus, e como resultado não podem se aproximar dos sacramentos. Esta situação irregular geralmente dura muitos anos, durante os quais os pais não dispõem da graça santificante, e ao mesmo tempo vivem em uma situação de pecado grave, que eles mesmos querem justificar perante os seus filhos, atitude que os transforma em modelos muito defeituosos, pois os filhos “entenderão” que não é tão mal viver juntos se eles se amam, mesmo sem a bênção de Deus e vivendo em pecado grave.
  • Há casos de pais que simplesmente vivem juntos sem nem mesmo um casamento civil.

Todos estes casos, e muitos outros semelhantes e até mesmo mais graves já são em si mesmos uma grave desvantagem para a boa educação dos filhos.
A educação cristã das crianças é impossível quando os “pais” são homossexuais ou lésbicas. A deformidade da qual se parte, além de ser um pecado muito sério e contra a natureza, faz com que, de maneira nenhuma esses pais possam desempenhar a função que Deus espera deles. Estes pais sempre tentarão justificar perante os seus filhos sua situação como algo normal que, por si só, não é apenas pecado gravíssimo, mas que também lhes incapacita — humana e cristãmente — o papel de modelos para os seus filhos.

Se criar os filhos hoje já é extremamente difícil, mesmo partindo de condições ideais, se além disso, o primeiro passo na educação de seus filhos não atende as condições ideais, o resultado final já está mais do que comprometido.

O papel subsidiário das escolas

Escola São José, fundada por Pe. Fernando Lopes. Escola Católica Tradicional.

Escolas, e, geralmente, qualquer instituição de ensino, devem ajudar os pais na educação humana e cristã de seus filhos. Em nenhum momento a escola pode substituir os pais; nem os pais podem escapar à sua responsabilidade primária sobre seus filhos, confiando tal trabalho exclusivamente em mãos de terceiros.

Até cinquenta anos atrás era relativamente fácil encontrar boas escolas/colégios religiosos que tinham até mesmo regime de internato, em alguns casos, e realizavam um louvável trabalho de formação. Mas, nos últimos cinquenta anos, como consequência da gravíssima crise que sofre a Igreja e todas as instituições que dela dependem, encontrar um “colégio católico” que honra o seu nome é realmente difícil (nb:. Aqui podemos encontrar uma).

Nos últimos dias tenho recebido e-mails de pais pedindo orientações sobre colégios católicos de confiança em Espanha. Infelizmente eu tenho que dizer que, embora possa haver algum isolado, não conheço nenhum que possa aconselhar. Antigamente, enviar seus filhos para um colégio jesuíta, escolápios, salesianos … era garantia de boa formação.

Hoje (exceto no caso de alguma exceção isolada que possa existir e que eu desconheça), enviar seus filhos para colégios “religiosos” é a mesma coisa e, às vezes, até pior do que enviá-los para uma escola pública.

Pelo fato de enviar seus filhos para uma escola religiosa, os pais, ingenuamente, esperam que a formação seja realmente boa, tanto em nível humano como cristão; mas hoje, talvez as maiores “loucuras” que tenho ouvido vêm de colégios religiosos.

A fim de atrair os pais, eles tentam manter determinadas maneiras “católicas”, mas quando você cava um pouco e mergulha no conteúdo das aulas … você verá que não há praticamente nenhuma diferença dos colégios civis. Com o agravante de que, acreditando os pais que o colégio seja “bom” baixam a guarda na formação de seus filhos e quando se dão conta, seus filhos já foram deformados humana e cristãmente.

Digo-lhes que pode haver alguma escola religiosa isolada ainda comunicando um bom ensino humano e cristão, mas não me atrevo a aconselhar alguém. Até há poucos anos as escolas ligadas, de uma forma ou de outra com a Opus Dei tinha uma reputação de dar boa formação acadêmica e salvar os valores morais cristãos elevados. No momento eu não tenho nenhuma informação detalhada sobre elas.

De um modo geral, é preciso analisar cada caso particular; e isso não está ao meu alcance. É o trabalho de vocês examinar o programa de cada colégio, professores, livros didáticos usados aplicados em salas de aula …, antes de enviar os seus filhos para lá.

“Homeschooling” ou Escola em casa

Alguns de vocês têm apontado em seus comentários do artigo inicial da presente série dedicada à educação das crianças, a possibilidade de ensinar os seus próprios filhos em casa. No que diz respeito a esta forma de ensino digo-lhes o seguinte:

Eu vivi por nove anos nos Estados Unidos e conheço bem este sistema de ensino, bastante comum por lá. Há muitos pais católicos percebendo que a problemática das escolas e colégios públicos e privados (religiosos …) é tão grave, que optaram por educar seus filhos em suas próprias casas. Embora à primeira vista possa ser uma boa ideia, os resultados finais são extremamente variados, porque muitos fatores podem fazer que a “experiência” seja um sucesso ou um fracasso.

É necessário que o governo de cada país tenha os meios para avaliar este tipo de educação. Poderia acontecer que concluída a educação em casa, quando se dirijam para o ensino superior ou universitário, os estudos que foram realizados com vocês não sejam reconhecidos. Pode até ocorrer que o governo lhes retire seus filhos, considerando que não estavam sendo adequadamente preparados. Eu conheço alguns desses casos nos Estados Unidos.
É necessário que os pais sejam devidamente formados academicamente (já tenham uma formação cristã, ou então, nem tentem esse sistema educacional).

Isso faz com que, na maioria dos casos, apenas crianças até os dez ou doze anos possam ser ensinadas. A partir dos treze (justamente quando a idade difícil começa), se permanecem estudando em casa, é possível que tenham mais êxito na formação cristã; mas em compensação a formação acadêmica será bastante deficiente, uma vez que os pais não estarão preparados (falo em termos gerais) para explicar álgebra, biologia, química, latim, idiomas e muitos outros assuntos. Então, chegados aos doze ou treze anos terão que aceitar que seus filhos não tenham uma formação acadêmica adequada ou terão que enviá-los para colégios públicos ou privados; será aí o momento que virão os graves problemas que durante tantos anos tentaram evitar.

Independentemente disso, o sistema homeschooling possui a desvantagem de acrescentar o fato de que seus filhos não se relacionam com outras crianças, passam a maior parte do seu dia em casa e, finalmente, começam a se tornar antissociais. Em relação a este ponto em particular conheci, desde jovens completamente normais, até indivíduos que são incapazes de fazer amigos e acabam se tornando “esquisitos”.

Por outro lado, os pais tentam proteger seus filhos de quaisquer influências externas ruins, criam em torno de si um ambiente “estéril”, ou seja, “livre de germes” (sem tv, sem internet, sem videogames, sem … apenas filmes de santos e similares), mas um ambiente que não permite as defesas preparadas para quando, concluídos os estudos em suas casas, tenham que sair para fora. Nesse momento, o mundo os desperta bruscamente. Eles passam a ver o mundo por si mesmos. Conhecem outras coisas boas, mas também muitas ruins. Descobrem um mundo que para eles era completamente desconhecido e passam a falar que existem amigos, que há professores que ensinam melhor do que seus pais, que o mundo não são as quatro paredes de sua casa … Pouco a pouco eles vão mergulhando neste novo mundo, até que começam a descobrir coisas que os atraem, mas que os seus pais sempre lhes disseram que são pecaminosas. Nesse momento, inicia-se uma luta, e na maioria dos casos, por não haver defesas suficientes, caem em maus hábitos e fracassam como homens e como cristãos. Seria algo como uma criança que sempre cresceu dentro de uma “bolha” e nunca recebeu “contaminação” do exterior. Quando essa criança entra em contato com os “germes deste mundo”, ela não terá as defesas preparadas e sua vida correrá perigo.

Assim, embora inicialmente homeschooling possa ser bom, não é uma panaceia, pois tem muitas limitações que também devem ser levadas em conta.

O papel da Igreja na educação dos filhos

Da mesma forma que dizíamos que escolas e colégios têm por objetivo apoiar os pais na educação dos filhos, a Igreja deve realizar — no seu nível — uma função similar. A função primária da Igreja (independentemente das escolas católicas) será ajudar os pais para que os filhos se formem adequadamente nas áreas moral, catequética, litúrgica e sacramental.

A educação “religiosa” das crianças na Igreja deveria começar desde a mais tenra infância. São os pais os responsáveis perante Deus de levar seus filhos à Missa desde que comecem a perceber as coisas. Na verdade, a mim pessoalmente me agrada ver os pais vindo à igreja com seus bebês de poucos meses. A igreja é um organismo vivo; Cristo é o Bom Pastor e em Seu rebanho há cordeirinhos que saltam inquietos e balem, mas que fazem a alegria de toda a congregação. Quando essas crianças têm pouco menos de um ano, causa-me grande prazer ver os pais que levam seus filhos a uma imagem da Virgem e lhes dizem: “Mande um beijo para o Mãezinha do céu”. A fé recebida no batismo; agora depende dos pais ajudar a Deus para que essa fé vá se formando; inicialmente mandando beijos à Virgem, em seguida, ensinando-lhes sobre o “meu anjo da guarda”, a Ave Maria e o resto das orações. De tal modo que quando cheguem à catequese de Primeira Comunhão aos seis ou sete anos (nb:. na verdade a Catequese deve começar muito antes, a fim de que as crianças já façam sua primeira comunhão na idade de 6/7 anos) já saibam as orações mais elementares, estejam acostumados a rezar, saibam quem é Deus, como Jesus morreu, o que é a Eucaristia, tenham aprendido a se comportar na Igreja e muitos outros ensinamentos simples, mas extremamente necessários, e que são o início da “piedade cristã” dessas crianças.

Infelizmente, a realidade está bem longe destes “sonhos”. A maioria das crianças que vêm para a catequese de Primeira Comunhão (A catequese, se não for realizada por um Padre da Tradição, ou seja, não contaminado pelo modernismo, devem ser realizadas pelos pais. Para isso, indico o estudo aprofundado e diário doCatecismo de São Pio X) não sabem quem é Jesus, porque é preciso ajoelhar ou porque é preciso ficar em silêncio no templo; em uma palavra, não tem mesmo o menor sinal de piedade, porque nunca aprenderam de seus pais (e às vezes, tampouco, dos sacerdotes).

Se a isto acrescentarmos que a tão importante função que deveria realizar a Igreja nessa idade, ficou quase reduzida a ensinar as crianças a colorir desenhos e a aprender um par de orações e nada mais, este tempo maravilhoso e único se fará perdido. (nb:. Mais uma vez reforço para que os pais sejam os Catequistas de seus filhos, isso porque em nossas paróquias os Padres delegaram essa função, geralmente para pessoas totalmente despreparadas e desequilibradas.)

Por outro lado, se os pais não se preocupam em levar as crianças para a igreja semanalmente, enquanto elas estão sob a sua proteção, provavelmente esta será a última vez que veremos estas crianças em muitos anos, porque o papel que deveria desempenhar a Igreja ficará completamente truncada. E eu digo isso por experiência própria depois de mais de trinta anos de sacerdócio. (nb:. Aqui é importante uma pausa, isso para dizer que, em nossos tempos, vivemos um grave problema com a Santa Missa, que foi totalmente modificada para agradar aos protestantes e se pesquisarem vão perceber que se assemelha mais a uma “missa” luterana do que a Santa Missa de Sempre. Eu e minha família já não frequentamos mais essa missa, chamada de Missa Nova, pois entendemos que esse rito torna-se prejudicial à nossa pequena filha e também a nós. Para remediar isso, o santo rosário, oração, muito trabalho com os filhos e Missa Tridentina sempre que possível. Como disse a alguns críticos, minha filha, que não frequenta Missa Nova, tem mais noção de doutrina Católica de que muitos adultos que a frequentam e não vou expor esse pequeno anjo, às loucuras dos Padres modernistas. Enfim, tenho a alegria de dizer que minha filha conhece somente a Santa Missa de Sempre, missa que formou todos os Santos da Igreja Católica, Missa que agrada a Deus e criada por Deus e para Deus.)

É um fato que:

  • Terminada a catequese de Primeira Comunhão, menos de 20% dessas crianças entrarão na catequese da Confirmação.
  • Que de todos os batizados menos de 15% atualmente se casam na Igreja.
  • Que a assistência semanal à Santa Missa não chega na maioria das paróquias a 10%. (nb:. Isso porque tentam se assemelhar às seitas heréticas dos prostentantes. Se a pessoa não vê a diferença entre a Santa Missa, que deveria ser Católica e um culto na esquina, acaba por optar pelo segundo que muitas vezes é mais agradavel, sentimentalmente falando. A tendência é que esse número fique cada vez menor, infelizmente)
  • Que o número de confissões das pessoas batizadas, com o fim de satisfazer o preceito da Igreja de confessar ao menos uma vez por ano é inferior a 5%. (nb:. Como vão se confessar se os Padres não os motivam? Aliás, muitos padres nem gostam de atender em confissão. Infelizmente, esse número é em grande parte, culpa do Clero, que apostatou da Fé Católica e se assemelha e muito à heresia protestante.)Se a tudo isto se acrescentar o fato de que em muitas paróquias o ensinamento dado está longe de ser o Magistério da Igreja, o panorama que se divisa diante de nós é bastante negro.

Resumidamente eu lhes dou um botão de amostra, embora realmente não seja necessário, porque vocês terão muitos exemplos parecidos e até mais graves.

Apenas alguns dias atrás, uma mãe (que não pertence a nenhuma das minhas paróquias) disse-me que flagrara seu filho de 15 anos vendo pornografia em seu quarto e cometendo um ato impuro. Quando a mãe o viu procurou disfarçar, mas horas mais tarde se aproximou com muito carinho de seu filho e mostrou-lhe que o que fizera estava errado. Aconselhou-o que fosse o quanto antes confessar o que tinha feito para que Deus o perdoasse. No domingo seguinte, o jovem, mais por uma questão de obediência do que por amor a Deus, confessou. Contou ao sacerdote o que tinha feito e a resposta foi, segundo me contou a mãe, a seguinte: Tente não fazer mais; mas de qualquer maneira, não se preocupe muito, porque na sua idade isso é algo comum. De algum modo é preciso liberar essa tensão.

Vocês me dirão agora, que ensinamento tirou esse jovem. Por outro lado, isso me faz pensar, e eu não estou pensando mal, que tipo de castidade levará este sacerdote quando dá esses conselhos; o que ele, pessoalmente, fará quando, pessoalmente, ver-se acometido por essa “tensão”.

Como podem ver, educar os filhos é algo tremendamente difícil. Há inimigos por todos os lugares. É por isso que todos: pais, escolas, sacerdotes … temos que rezar muito, levar a nossa vocação mais a sério e perceber que o que está em jogo é a felicidade de muitas pessoas, e o mais importante, a sua salvação e também a nossa.

No próximo artigo começaremos a tratar de temas mais específicos e a dar conselhos práticos que possam ajudar os pais nesta difícil missão. Deus os abençoe.

II -Educação cristã dos filhos. Como lidar com ela no mundo atual II – A educação cristã dos filhos: pais, escolas e Igreja III – A educação cristã dos filhos – As novas tecnologias IV – A Educação Cristã dos Filhos: Os doze anos mais importantes na vida de uma pessoa V – A educação cristã dos filhos — A idade difícil VI – A educação cristã dos filhos (VI): Quando os filhos alçam voo de casa

_________________________________
Fonte: www.sensusfidei.com.br

educaçãoeducação filhoeducação filhosfamiliafilhos

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *